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Cherry Bullet

Cherry Bullet entrega a Love So Sweet 2.0 com Love In Space

E aí, meu povo, como estão? E o Cherry Bullet que realizou a proeza de ser a postagem 900 do blog?

Cherry Bullet é um grupo que eu gostava muito, Q&A um hino, Really Really ícone, mas que foi ofuscado por Ruddy, Hands Up um revamp do grupo a la AOA, mas a queda foi só ladeira abaixo com Aloha Oe, que é chata, vamos aos fatos. Disso, veio Love So Sweet, que eu achei cool for the winter coreano, mas nada que me fizesse deitar, tanto que eu esqueci as pobres coitadas sobreviventes do Girls Planet 999.

Ossos do ofício, não posso fazer milagres, mas ao menos elas foram lembradas pelo resto da Blogosfera e me massacrou porque eu deletei que as Cherrys Boletos tinham feito um comeback. Mas o auge delas viria pós-GP999, mas a FNC é uma bosta e as deixou na geladeira até ontem (Ou foi anteontem o comeback?), e aqui elas estão com um novo mini álbum, finalmente, achei que seriam um Black Pink sobrevivendo de single álbuns e singles avulsos pela vida toda.

Musicalmente falando, achei uma faixa BEM MAIS memorável que a anterior, mesmo tendo todos os acordes no instrumental que façam lembrar Love So Sweet, e a faixa apresenta cacoetes musicais que são batidos no estilo retrô dance house delas que são super batidos e para lá de genéricos, mas como o grupo não será o AOA 2.0 para lançar farofas sexys aos gays, que sejam elas as icônicas que lançam faixas retrôs aos gays.

E todo a fama que elas conseguiram (E foi desperdiçada) no GP999 rendeu, as outras duas tiveram bastante tela, mas o foco vai mesmo para a Bora, que roubou as linhas do refrão, umas linhas aqui e ali, os berros do refrão final (Não morreu quase como em Q&A). O pré-refrão é repetitivo de um toque certo sem parecer chato, mas mesmo assim, achei o refrão um pouco entediante, a voz da Bora, apesar de excelente, me cansa um pouco, talvez porque a voz dela e a da outra vocal sejam de timbres semelhantes ao meu ouvido.

E o MV, senhoras, o mais produzido delas, tem aquele toque de CGI místico que botaram um gato tenebroso, uma brabuleta ali e acolá,uma bola mágica, enquanto elas dançam numa festa infantil, e uma dancinha fácil estilo Love So Sweet, mas sem parecer que é uma tiktokzação das danças.

E como a FNC é uma ridícula que ainda não colocou o álbum no Youtube como playlist, vou colocar as músicas conforme eu for falando, o duro que fica essa poluição visual que vocês estão vendo.

Abrindo as álbum tracks, temos Broken, um rock fundo de garagem, bem 2000, fazendo as meninas transitarem entre os anos das músicas. Essa faixa remete muito à refrão, tem um refrão com os sintetizadores que percorrem com a guitarra que é uma delícia de ouvir.

Eu achei Hiccups com uma estrutura estranha, parecia uma música da Charli XCX, com as quebras no meio como se fosse alguém fazendo bolinhas de ar embaixo d’água, uma coisa PC Music doida de levar a sério algumas transições, o refrão é uma delícia, salva muito bem a música, que acaba ficando chatinha, embora diferente.

Já com Kka Kka, que foi a preferida do Dougie para esse álbum, eu fui até que com sede ao pote. Realmente, uma faixa muito boa, não chega ao nível da title, elas conseguem fazer bem ele funky pop retrô.

E ainda tivemos My Boo, em que elas voltam aquele aegyo colorido e despevitado do grupo, parece uma música que a XUXA colocaria naquele quarto Só Para Baixinhos, uma coisa praieira, com um eletrônico disfuncional no refrão. O estranho é depois do primeiro refrão, em que tem um drop em EDm estranho, parecendo uma faixa de terror creepy infantil, bem aquele Baby Shark de Halloween (Eu tenho primos pequenos, perdoem as referências), talvez o nome ser Meu BUUU de susto seja alguma coisa.

E as meninas fizeram um comeback super acima da média, dariam orgulho, e com certeza dão, para o AOA e os demais grupos da empresa. E vendo como o SF9 e o AOA tinham um apelo sexy e o P!Harmony é uma cacofonia terrível de um NCT piorado, é feliz elas não miraram no BlackPink, talvez quando a FNC debutar um novo GG, tenhamos um PinkPunk da FNC. Mas também vamos nos alegrar que o CHerry Bullet não virou um ITZY da FNC, porque esse estilo retrô para cair num Teen Crush disfuncional não é difícil não.

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