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Billlie apresenta um mundo estranho com GingMingaYo

E aí, meu povo, como estão? Bora comentar sobre aquela grupo com debut estranho, mas não ruim?

Billlie são as netas do Brown Eyed Girls, afinal debutaram mais de 10 anos depois do outro grupo. Com um debut estranho, mas que chega a ser bom e certos pontos, elas lançaram aquela especial de natal, que contou com a adição da ex-GP999, que mostrava mesmo como o grupo seguiria, com um teen pop despivetado, mas sem ir para um CrayonPop/Momoland da vida. E agora, elas entregaram o segundo mini álbum.

GingaMingaYo (the strange world) é um pop buublegum super bizarro, eu não sei dizer para onde elas querem ir e nem de onde elas vieram. É totalmente diferente do debut, que continha traços de um EDM com rock, sendo que aqui elas foram para um lado totalmente diferente, bem como o PurpleKiss fez, mas aqui a faixa consegue ser bizarra, apenas, não tem aquele ar divertido sem se levar a sério. Aqui, mesmo com a coisinha viralizando pelas N multifacetas e micagens que ela faz com a cara, a faixa se leva a sério demais, é aquele tipo de pop que precisava de uns gemidos, uns arranhados, uns gritos disfuncionais. Elas tentaram fazer o seu Arisong, mas deu errado.

E assim como a música, o MV tenta seguir aquela vibe mística com teorias do MV de debut, mas aqui elas pegaram aquelas temáticas que o Guillermo Del Toro entrega em seus filmes mais sem pé nem cabeça, dando aquele ar de místico, mas ficando sem sentido. Faltou uma história mais séria, poderiam ter feito, sei lá, uma morte. O instrumental fez o clipe se levar também muito no roteiro ilusional, esse tipo de faixa combinaria com um visual estilo Russian Roulette do Red Velvet, precisavam de umas coisas mais creepys que se levam na piada.

A faixa a sign ~ anonymous é uma delícia, é um funky divertido que combina com a aura jazz que elas passam, é aquela música que elas poderiam estar cantando em um barzinho, e com toda a loucura que elas se propõe em colocar nos MVs para circundar ao redor. Com overlap (1/1), elas descem um pouco na velocidade, fazendo um Soul eletrônico, tem aquela queda em sintetizadores depois do refrão que é uma delícia, dá aquela break, até mesmo se pensar numa coreografia.

Moon palace é a midtempo divertida do rolê, tem aquele sintetizador que descompensa a faixa no refrão, lembra um pouco as melodias que tacavam no PokePark2 quando os Pokémons iam naquele mundo místico, combinou mais coma vibe mística que o grupo quer passar, o murro na title. E encerramos com believe, é aquela midtempo de encerrar álbum, ela seria comum se não fosse as dinfunções em eletrônico no refrão, é aquela faixa que facilmente você veria sendo usada para o BTS da era.

EP 1000x melhor que a title, como que pode, né? Realmente a title deixa muito a desejar, mas o EP consegue se sair bem melhor, não dá forças para a title crescer comigo, as álbum tracks se destacam muito, e isso é bom, ao menos os fãs que detestaram a title podem sair felizes.

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