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SM decidiu explorar ainda mais o NCT com o novo lançamento do álbum Universe

E aí, meu povo, como estão? Preparados para as retrospectivas que já estão saindo?

NCT é atualmente o grupo mais lucrativo da SM, e suas units não ficam para trás, com o Dream e 127 vendendo como água a cada álbum lançado, e colocando os repackeds sempre entre os mais vendidos da semana, embora as inéditas sejam poucas para valer esse comércio. Dito isso, eu achei que só veríamos o grupo como um todo só ano que vem, já que eles fizeram um retorno estrondoso ano passado, com dois LPs diga-se de passagem, mas a SM decidiu explorar um pouco mais o Mark nesse processo.

A primeira unit a fazer um lançamento foi o Wayv com Miracle. A faixa remete muito o que o grupo faz como b-sides, não parece realmente uma title deles. A melodia abraça ritmos mais retrôs contrapostos com atuais, tem sintetizadores perambulando pela faixa, com um hip-hop mesclado com um jazz. É uma música muito boa, ela diverte aos poucos, mas fica numa mesma linearidade que cansa, sorte mesmo da faixa ser mais curta que o costume.

Só o MV que é muito basicão para os padrões WayV. Claro que com muitos clipes, o orçamento seria dividido, mas né, estranho. E estranho mesmo são cinco integrantes apenas, já sabemos que um não participa por ser chinês, e lá vamos mais treta com artistas chineses com a SM.

Earthquake foi o single que o NCT 127 decidiu entregar para a gente como pré-release. E isso aqui é realmente NCT 127, muito barulho, muito bate panela, muito disfuncional eletrônico que parece que tão ressuscitando algum transformer. Mas sabe o curioso? Eu acabei gostando. Acho que se tirassem a parte do bate lata futurístico, ficaria bem melhor.

E sobre o MV, a SM realmente tem um favorito, pois aqui o orçamento escorre bem mais, tem umas mudanças de cenários bem legais, todo o quesito apocalipse que conversa com a música é visualmente bem feito, e o grupo tem visuais que cativam, mesmo uns sendo zero atitude com a mesma cara de sempre e em tudo que é clipe.

Universe (Let’s Play Ball) é do NCT U, ou seja, pegou os mais famosos das outras units e tacaram nessa para o primeiro single oficial do álbum que trabalha o NCT como NCT. A faixa é aquela mescla NCT, em que pegam o disfuncional eletrônico com o retrô para jazz ou R&B, e conseguiram fazer muito bem aqui. O refrão é uma delicia, realmente parece uma música da SM sem muita papagaiada de distorções.

O que me irritou foi o Mark repetindo Let’s Play Ball sem parar em alguns pontos, me incomodou e eu facilmente tiraria ELE dessa unit, deixa o moleque numas férias, faz bem pra imagem dele.

Apesar do MV ter umas referências de baseball, eu achei também muito básico, é bem mais carão aqui, carão ali, sem muita emotividade ou roteiro vindo dos integrantes, isso permite o foco mesmo nos integrantes, mas já que a SM quer socar todo mundo em Kwangya, cadê as referências?

E chocado que a música que a SM socou para ser a união dos NCT 2021 é uma balad vocal natalina. Sabendo que a empresa tem um foco muito forte no vocal, então eu esperava, e vendo que só o NCT tem mais integrantes que muito SM Town antigo em que a SM botava geral em baladonas vocais para encerrar e fazer geral chorar…

Eu só achei o MV muito poluído de gente, pelo amor, o grupo já tem umas 25 pessoas, para que socar mais gente? E claro, pegando a piada do Dougie, ficou parecendo comercial de final de ano da globo.

De 13 faixas no total, temos as 4 que serviram de single, ou seja, alguma das 9 faixas merecem meus comentários? Sendo a sétima faixa do álbum, Dreaming do NCT Dream é um EDM voltado para o sexy pop, é uma melodia que trabalha os sintetizadores de uma forma mais sombria, com um refrão que estoura em um ball room classudo, é uma faixa divertida.

Tem Round & Round do NCT U, é aquele EDM básico mais contido deles que serviria de single para um repacked do grupo, e isso chega até ser divertido de se ver, pois realmente seria um single que poderiam trabalhar, estilo aquela Vampire do 127.

NCT tem muito mais erros do que acertos, e esse ano foi um impacto bem maior nas playlists, pois as units estavam super ativas, até porque são os mais novos da empresa, sendo só intercalados pelos solos do EXO, ou algum solo do Girls’Generation e o Aespa. Disso, ano que vem o primeiro integrante do NCT vai ao exército, quem é eu já não sei, mas isso costuma abalar muito as estruturas de um grupo.

Mas com 25 integrantes, fora os que vão entrar no NCT Hollywood ou no NCT Japão (Sei que não são os nomes oficiais das units, mas até o SooMan decidir o que fará da vida, será esses nomes), que deve contar com uns 5 ou 7 em cada um, podemos esperar muita gente nova entrando, além de botar os dois japoneses que está no NCT U, mas sem units, e mais algum que sabe inglês e japonês… Ou seja, olha lá o Mark sendo escravizado mais um pouco.

2 respostas em “SM decidiu explorar ainda mais o NCT com o novo lançamento do álbum Universe”

O que anda acontecendo na SM, que os atos mais novos estão com as caras mais plastificadas, que a Bom, a Boram e a Eunha juntas.
Meu lindo jeajoong bebê saiu, foi pro exército ou só mexeram tanto nele que está irreconhecível mesmo. Não consegui achar ele em nenhuma das units que ele participa, e olha que achava que ele era um dos center e membro famoso, já que até do SuperM ele participava.

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