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No novo comeback com “Stamp On It”, o GOT The Beat não mandou nenhuma mulher cair fora ou comentou algum crime que fere algum direito humano

E aí, meu povo, como estão? Bora falar das rainhas da SM?

Todo mundo já ouviu Stamp On It, foi um release que elas decidiram mostrar no SM Town: SMCU Palace desse ano, então nem passarei meus recados sobre a músicas, apenas no, finalmente, MV. Que a música é um Eletropop experimental, com 1001 camadas de instrumentos, era o esperado do grupo, creio que a existência de uma Karina e uma Winter no grupo afete isso, mas será que o MV valeria a pena mesmo o gasto?

É a versão feminina de algum MV do NCT, eu realmente vejo o SuperM entregando um MV nesse estilo, e o GOT The Beat veio para ser realmente a versão feminina do NCT, já não bastava o AEspa. Eu tenho algums ressalvas quanto aos modelitos, uma vez que aquele do começo com plumas de diversas cores é insuportavelmente feio e brega. De resto, elas estão deitadas no glamour e com muito estilo. Estão muito bonitas.

O que mais me pegou nesse MV foi a existência da dança, eu achei que iriam mirar um pouco menos na coreografia, já que deve ter alguns covers pela internet, até sonhei que a SM ia fazer um MV mais voltado para um roteirinho. Inclusive com o toda a construção de estarem em um museu. Mas né, foi-se a época que a SM ao menos se esforçava para entregar um clipe com roteiro bom, sobrou toda a criatividade para o AEspa, e olha lá.

E um detalhe que, espero eu, que muitos iriam implicar era a letra da música, uma vez que Step Back tinha uma letra levemente tosquíssima e com gosto agridoce de um “tira a mão do meu homem, sua vagabunda!”. Eu sou suspeito a falar de letra, em específico dela, ainda mais por ser HOMEM e GAY, ainda mais numa música que fala “Tira a mão do meu macho”. Hoje, na data de hoje, sou zero monogâmico, então eu já falaria que a solução de Step Back era terem feito um trisal e menage e resolveria a história.

E eu acharia mais engraçado se tivessem feito Stamp on It ser a continuação de Step Back do tipo “tá vendo como esse macho é meu, eu dei meti um selo na testa dele”, afinal stamp vem de selar. Mas também stamp pode ser lido como uma pisada forte no chão: usassem como metáfora para pé na bunda do macho, pois essas mulheres se descobriram sapatonas e ficaram com a mulher que elas mandavam dar passos para trás.

Seria uma ideia genial se o Kpop não fosse moralista como ele é. Embora haja metáforas, decidiram dar uma de blackpink e lançaram uma letra nada a ver com nada, mas que a gente vai chamar de empoderada por empoderar.

O detalhe que mais faz esse comeback, ao menos, ser esperado, é a presença do primeiro mini álbum da unit. Abrindo com Godness Level, é uma faixa com melodia que eu realmente vi uma tentativa de trazer um jazz mais eletropop, um estilo que BoA, Red Velvet e SNSD já lançaram, mas assim, lembraram que tinham uma Karina e uma Winter do Aespa, aí socaram mais 1001 estilos em camadas de instrumental. Ficou uma fiaxa ambígua no sentido de “eu gosto ou não?”, porque ela ficou super barulhenta quando não precisava ser.

A próxima é Alter Ego, uma faixa mais jazz melódica, é uma faixa que eu realmente pensava no grupo como álbum track mesmo. O refrão é um estilo muito Red Velvet, é aquele estilo contado que deixa tudo mais leve e gostoso de ouvir, mas claro que iriam dar uma estragada, uma vez que botaram uma parte mais violenta depois que foi só para a Winter não espantar, só pode.

A próxima é Rose, uma faixa que veio direto das demos da Beyoncé, exatamente do álbum Beyoncé. É um estilo mais hip-hop qe não esperava ver as meninas lanando como title mesmo, não sei combina com elas nem como álbum track, fica parecendo um estilo forçado só paras elas serem mais swag e tals. Não é uma múica ruim, longe disso, é uma faixa boa, só que não combinou com ela.

A próxima é OutLaw, a faixa estava muito boa, é um jazz melódico, mas a produção da faixa cagou muito depois do refrão, era só fazer uma melodia apenas, não precisa mais de hyper pop! E a última faixa é MALA, uma música com aquele quê étnico, e que poderia ser um comeback do BlackPink em alguns pontos. Diferente das demais, a SM não cagou no refrão, deixou um refrão melódico, vocal, tem umas disfunções, mas não estraga a música, a faixa até consegue ser mais leve que as demais.

Eu achei um álbum bom, uma pena ser tão genérico, são músicas que funcionam, mas para o poder que o GOT The Beat apresenta, afinal tem integrantes de grupos lendários, então era esperado faixas ao menos mais marcantes e não tão caóticas em sentimentos. Que o grupo deve meter um comeback ano que vem, talvez, ainda mais que a SM não coloca elas para promover estilo SuperM, então ao menos esperamos elas batendo cartão em todo janeiro.

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