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Time Machine: Buenos Aires do IZ*ONE é uma title japonesa com nome em espanhol e linhas em inglês e francês

E aí, meu povo, como estão? O IZ*ONE acabou, IVE e Le Sserafim debutaram, mas ainda hoje completamos 2 anos do oficial disband do grupo!

IZ*ONE debutou no Japão com um single gostosinho, a faixa viveu na minha playlist por um tempo, mas depois morreu, porque faixas assim morrem, e sem um apelo bias, so sorry, esquecimento só não existe, pois escuto uma playlist em geral das minhas faixas e as vezes você pode aparecer por lá. Nisso, IZ*ONE entregaria o primeiro mini álbum japonês.

Buenos Aires é uma faixa a cara do IZ*ONE, aqui eles miram num synthpop desconstruído, em que ritmos japoneses gritam, como um trompete mais ao fundo, que começa calmamente e vai evoluindo até chegar no refrão que não estoura e fica num instrumental barulhento, mas sem ser barulhento mesmo. Só queria saber quem teve a ideia de socar gás hélio no vocal das integrantes e ficou totalmente irritante.

O MV é muito nada a ver, além do efeito visual de tela embaçada, nada conversa com nada, nem efeitos, nem ambiente, muito menos os figurinos, pois tem umas que estão prontas para caminhada, outras para dormirem, e a Minju e a Sakura estão usando um mosquiteiro.

O álbum tem 5 tracks, e começamos com Tomorrow. É uma faixa mesclada com o synthpop e com o trap, é uma faixa que segue a linha desconstruída da title, mas não no sentido bom. A melodia é muito estranha e aparentemente falta um pouco da produção, o vocal está muito desalinhado.

Target é um bubblegum 8-bit, que segue uma linha retrô funky, dando um toque divertido, mas o vocal ainda lotado de gás hélio me incomoda. Toshishita Boyfriend é a demo do AKB48, tanto pelo J-Pop clássico quanto pela J-Line engolindo parte das linhas.

E encerrando com Human Love, é uma midtempo calminha, com um instrumental mais ópera, com toque de violino e piano. Por incrível que pareça, temos a salvadora do álbum, pois essa faixa é melhor amarrado, o vocal das integrantes está no ponto certo, mesmo que um agudo aqui e acolá ainda apareçam.

E sejamos sinceros, sem Human Love, esse álbum é esquecível de ruim, desde a construção estranha das faixas, como vocal totalmente desincronizado. IZ*ONE não é grupo fundo de quintal de Osaka para receber uma produção tão irregular (Para não dizer ridícula).

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