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Billlie decide dar mãos com o Dreamcatcher para salvar o rock do marasmo com Ring Ma Bell

E aí, meu povo, como estão? Bora falar das companheiras de porão do Aespa?

Billlie é um grupo que se destacou por debutar depois do Aespa, ser da subsidiária da SM, e conseguir ser tão experimental quanto o F(X), só que numa proporção 4ª geração, com algo mais voltado ao enredo também dos MVs e não somente das músicas. Disso, depois do viral da cara da coitada do grupo que ainda não passou pelas mãos do Dr. Kim (Até porque a Winter roubou o rosto da Tae antes e o Girls’Generation foi renovar o botox para as comemorações dos 15 anos do grupo), elas lançaram aquela música CHATA em homenagem ao CEO, mas anunciaram comeback logo para eu pensar se eu entrou ou não no fandom do grupo.

Ring Ma Bell já começa na intro da apresentação da empresa, que elas mudaram o timbre para algo mais rock. A melodia realmente vem para condizer que o rock 2000, mais voltado ao Emo, realmente veio para ficar, e elas são mais um grupo que acompanha as modas do Twitter e veio para entregar a salvação do rock, não indo para o lado puro, mas sim com toques joviais.

A música chega no refrão com um down que vai animando para explodir no pós-refrão, com um impacto maior. A faixa é viciante depois de um tempo, ela é monótona no começo, até porque é um ritmo e um formato meio batido, mas as meninas conseguiram encarnar bem esse formato e essa roupagem.

E o clipe começa com um som de destruição, prédio desabando, a poc ali correndo depois que encontrou as fotos da amiga dela beijando o ex. E assim o vídeo intercala entre elas dançando, pois é possível dançar com rock sim, e uma história sobre ir para um Mundo Maravilhoso (Aos que não fizeram duolingo, essa é a tradução de Wonderful World), mas que está em um colapso total, não sei porque cargas o bordão do grupo está sendo esse, mas se a Deusa BoA quer, que assim seja.

Fontes ornamentais chamadas blogosfera e discípulos falaram que esse álbum está maravilhoso, então vamos ouvir? Abrindo com my B = the Birth of emotion (Ah esses nomes conceituais que são porra nenhuma nas músicas) é uma faixa mais bubblegum pop que o Red Velvet deixaria engavetada para algum verão e comeback rápido depois que algum maluco da SM decidiu bater no estilista. A faixa tem um quê de rock antes do refrão, mas que some realmente no refrão, focando no hyper pop sintetizado e arranhado, é uma melodia realmente experimental, ela sobe e desce muito rápido e começa a dar o gostinho do que o álbum promete mesmo.

B’rave ~ a song for Matilda veio para ajudar na divulgação do musical da Matilda da Netflix? Não! Mas poderia, ou nem, não é uma música que combina com musical, é uma faixa mais funky, tem as degradações com sintetizadores, caixinhas de músicas, o refrão é mais eletrônico, voltado ao bubblegum, deixando a melodia divertida e animada, e até com um quê sensual (Mas bem no fundo!).

$UN palace (Stroop effect) é mais uma demo que o Red Velvet lançaria, ou seja, mais uma demo que o F(X) esconderia nos álbuns, só que o Billlie disse “Aqui não!” e tacou um pop bubblegum junto de um R&B, e isso faz a música ter mais a cara delas, como se fosse uma filha dos grupos mães da SM (E o Aespa sendo o Girls’Generation do rolê se vermos um como A e outro como B… Será?).

Mcguffins ~ who’s the Joker? já tem uma pegada mais freeky, combina com o grupo, tem pegada latina, mas sem sair do experimental com pop bubblegum, é uma faixa que eu vejo aquele Egoistic do Mamamoo, mas voltado para o halloween, como se Girls do Nature fosse no calor e sensual sem a pegada só do terror.

E o álbum encerra com B@ck 2 where we Belong é a midtempo do álbum, para encerrar, dar aquele ar impactante e poderoso, eu sempre acho que essas músicas merecem ganhar sempre um MV só para usar cenas de shows, do backing stage delas e assim por diante.

Eu me perco nas histórias do grupo, realmente não entendo nada da história que elas querem contar, mas é interessante ver, quebrar a cabeça sobre, quem sabe elas não aparecem no “entendendo a história”, já que o do Aespa está ficando mais nítido a história (apesar que a Black Mamba morreu de um jeito sem sal). Eu ainda não entrei no fandom do grupo por conta das titles, mas que as b-sides são boas, isso são.

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