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Kang Daniel

Kang Daniel entrega o seu primeiro full álbum, lotando os fãs com vários MVs

E aí, meu povo, como estão? Bora falar de um dos queridinhos da Corei do Sul?

Então, demorei para trazer uma pauta dele, eu estava zero expectativas para o full dele, uma vez que geral costuma cagar no primeiro LP de diferentes maneiras, então peguem a pipoca, os fones de ouvido, pois temos um LP de 10 faixas e, por hora, três MVs para falar sobre.

A title oficial mesmo foi Upside Down, e ele deu uma cagada legal na escolha da demo (Não porque o álbum está melhor, ainda não ouvi enquanto fazia essa review), mas por trazer um trap melódico a la Justin Bieber no Changes. Assim, uma faixa passável que se salva um pouco pelo refrão mais explosivo, mas nada que marque quem está vendo.

E isso recai no MV, que é muitas cenas aleatórias, sem conexão alguma. E pelo amor, ele me lançou Paranoia e Antidote ano passado para me trazer isso.

A follow-up em que ele aproveitou do álbum foi com Parade. Diferente da title, o instrumental é mais voltado ao Soul com uma pitada de mistério. A faixa vai criando um ar melódico e de suspense, o problema foi no refrão, em que ele poderia ter caído num R&B a la Paranoia, mas ficou um trap pop animadinho e sem muito interesse, ficou uma faixa perdida.

E como era esperado, o MV é nada a ver, são cenas de um escritório, com uma festa depois, quase uma quebra de expectativa, é uma versão dark do que o Suho fez com Hurdle.

E o terceiro e, por hora, último MV, foi um feat com a Jessi, que veio direto do EP de 2022, o Magenta, em que ele tinha toda inspiração latina. Com Don’t Tell ele encarna todo o calor que poderia esperar de um faixa assim, com muita pegada sensual sem ser vulgar, e o vocal dele contrastou muito com o da Jessi, que casou ainda mais nesse estilo, mais faixas dela nesse estilo seria bem interessante de se assistir.

O MV não tem nada demais, mas consegue ser mais cativante que os anteriores pela presença da Jessi e de uma música mais animada e cativante.

O tal LP abre com The Story, que dá nome ao álbum, é uma faixa mais emo rock, com um quê de Soul, é uma faixa que abre bem o álbum, entrega todo o estilo que se esperaria do solista, sem parecer forçado, tem o lado pop que combina com ele, e daria uma follow-up melhor do que Parade, o MV poderia seguir o estilo, seria uma ótima melodia.

Em Loser, tem um feat com um tal de Dbo, que provável seja um rapper que mora no porão da empresa do Daniel, e é mais uma faixa trap melódica. Ride 4 U é um pop chills bem gostoso, combina com um estilo primaveril, o único ruim da faixa é que ela não explode em momento algum, totalmente linear.

How We Live, um feat com sokodomo, é um jazz pop direto dos filmes anos anos 1950, é uma faixa até com teor cômico, feito despretensiosamente, parece aquelas faixas que o clipe seria uma gravação no estúdio. Mad é um fet com o Chancellor, um rapper conhecido na Coreia do Sul, é um trap com cowtry interessante, tem um toque melódico, mas também misterioso, parece o que tentaram fazer com Parade, mas deu errado, e aqui eles conseguiram entregar a sensualidade e suspense esperado.

Já em 1000x, ele desacelera para uma faixa mais chills, profunda, com um instrumental mais popzinho, e encerra o álbum com Moment, a b-side balad vocal da vez.

Impressionante como o álbum tem faixas que são boas, mas que foram simplesmente jogadas de lado para ter 2 das 3 titles totalmente esquecíveis e deletáveis de qualquer playlist. Que má escolha nas demos, como que pode? Eu facilmente colocaria The Story ou Mad no lugar de Parade e How We Live como title oficial, seria um álbum mais trabalhado visualmente.

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