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De Fadas Possuídas a Fadas Mafiosas, PIXY estão de volta com Villain

E aí, meu povo, como estão? Bora falar das rainhas PIXY?

Depois de um ano de debut super movimentado, a empresa desacelerou elas, o que pode ter sido um sinal para elas cuidarem da saúde, o que ainda causou no hiatus da Ella, a main vocal do grupo, fazendo o grupo realizar um comeback como OT5. E depois da perfeita Addicted, não tinha expectativas que me segurasse.

Villain é o famoso dark EDM que o grupo entregou desde o começo, mas agora com um quê fluindo entre o funky e o jazz, com muito teor de retrô no single, e isso contrapõe a refrões menos cantados que elas traziam. Na primeira ouvida, eu estranhei muito o começo da música pela quebra que dá no ritmo, mesmo com a música fluindo melhor depois, mas é o PIXY, elas sempre colocam um toque que chega a ser amargo no começo.

Eu achei o MV curioso, elas abriram mão do lado maléfico possessor para um maléfico mais critica social, como ser perseguida por paparazzis, que deveriam ser médicos legistas de uma cena de crime. E também todo o ar espiã e assassina. Eu gostei dessa nova trilogia, eu analisei um pouco, não foi a Dia, ao meu ver, a principal vilã, o que não segue a sequência de quem era a possuída na trilogia Wings/Let Me Know/Addicted.

E tivemos a cena pós-crédito, que não indica mesmo quem foi a real vilã, será que há uma pessoa do sexteto que sucumbiu?

Eu tenho uma raiva que colocam as músicas no Youtube, mas não fazem a playlist (https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_nzCqmFsk-WX5Li-NmUsbYoHi1GbDXX4d0&feature=share)!!!

E o terceiro mini álbum delas veio com esse comeback. Abrindo com Breath, o instrumental tem aquele quê de Moonlight, só que mais eletrônico, com um estilo mais poderoso, vocais mais sussurrados, colocando um lado sexy na música (Eu as vejo usando um vestidinho preto bem trevoso e dançando em um poledance).

Já em Natural, elas dão um quê ainda funky, mas com uma guitarra mais amostra, um vocal menos sussurrado, mas ainda com aquele ar sensual que a faixa promete a cada trecho dela. Em Deja Vu, elas trazem um ar totalmente EDM, um música menos elaborada, mas ainda com aquele eletrônico bate lata que não incomoda, dando uma vida amais na track list.

Em Greetings, elas desaceleram, trazem um violão e uma faixa mais vocal, com aquele ar final de show, mas também com um por do sol ao fundo. E com Swan Song mesmo, elas encerram o álbum, abraçando quase tudo do álbum e colocando numa faixa só, é uma I Got a Boy? Não, é um rock melódico, chega a ser triste, chega a ser raivoso, mas tem um toque sensual, é um trabalho bem feito.

Assim como o álbum todo, diga-se de passagem, esse comeback delas é muito bem trabalhado, desde as entrelinhas que a Rafa já colocou, até mesmo o que eu interpretarei em um próximo “Entendendo a história“, depois de Addicted e Bewitched (Apesar que elas já davam indício de serem mafiosas em Moonlight, né?).

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