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Entendendo a História: Black Mamba, do Aespa

E aí, meu povo, como estão? E será que essa segunda parte tá vendo mesmo a luz do dia?

O que eu pretendo trazer com esse quadro? Eu quero pegar esses MVs que possuem algum tipo de história para eu, com minha lógica de escritor e poeta, é interpretar o que as empresas querem trazer. E nada melhor do que começar com “Black Mamba”, que foi a primeira música mesmo do projeto que a SM ainda está tentando elaborar. Assim, sabemos que a SM é péssima em manter isso, pode ser que o próximo comeback das meninas a empresa simplesmente cague com tudo e finja que as meninas são o NCT de saia 100%.

Mas agora que a Navies morreu mesmo em Savage, quem sabe não temos a ressurreição? Mas deixemos de enrolação e bora analisar o MV de Black Mamba. Lembrando que eu seguirei a ordem cronológica de lançamentos.

Começamos lembrando que o Aespa são quatro mulheres que foram escolhidas pela Navies, uma espécie de Chefona do Bem do rolê todo, que visava derrotar a Black Mamba, uma vilã cybernética que quer ir ao mundo real de toda maneira possível. Realmente, parece o enredo de CyberChase, mas será que terá diferenças?

No começo, as meninas não conhecem qual é o inimigo, uma vez que a Karina, em seu celular, clica em um Pop-Up de algum anúncio, que fala ser da Black Mamba. Quando ela clica e aceita as configurações (A falta que um avast saltando na sua cara não faz, né minha filha?), o mundo ao redor muda, criando efeito “Nossa, que legal, flores roxas em meio ao metrô”. Isso é uma estratégia para conseguir cativar as meninas, é entregar o conteúdo viciante à pessoa antes que ela perceba que está sendo enganada.

Corta para NingNing, rainha da porra toda, e ela é a cérebro do rolê, é quem está na frente do PC, e começa a receber todos os Pop-Ups da BlackMamba, mas como ela é nerdona, fodona da informática e do Excel, ela percebe ser um vírus, começa a digitar em tudo que é código a fim de evitar uma invasão maior daquilo que está tentando hackear o sistema.

NingNing: Tudo isso por conta daquela patricinha que fica o dia todo jogando Candy Crush e não presta atenção nas reuniões!

Corta para a Winter sendo uma gostosona isolada no corredor do Colégio, não entendendo nada, e depois corta para NingNing com uma pistolona high tech de Kwangya para atirar, quebrar a tela, tcheka da Karina no chão. Mas será que isso também não é um sinal de que ela se sentiu ameaçada, por isso virou para trás e atirou com a arma? Quem ela ouviu? Quem estava à espreita?

Nisso, o ataque da Black Mamba continua, ela não para, mostrando que ela não foi BlackMambizada com o refrão em HyperPop e dançava rebolando as vértebras inferiores dela assim como Karina e as Kwingas dela.

Esse take aqui é interessante em alguns pontos:

  1. Giselle, cansada, sentou no chão do Pantanal Kwangya-Ossense e ficou admirando a borboleta feita pelo Paint de algum desenho de capa de prova do terceiro ano;
  2. Ela cagou para a provável Black Mamba desfilando pelo canteiro, o que mostra como a serpente tem conseguido distrair as nossas heroínas com pouco (Até porque, que Brabuleta feia!);
  3. A Black Mamba está a espreita sempre, então toda cautela é pouca;

Disso, a segunda parte fica num marasmo, a SM deletou a história, simplesmente coloca a Giselle e suas dançarinas mascaradas, depois coloca Ning-CDF-Ning para ainda tentar evitar uma invasão da BlackMamba no sistema, e corta para o refrão, que é atacado pelo DJ Tesourinha e a famosa cena da Karina sendo possuída pela BlackMamba enquanto usa roupas riquíssimas em meio a um serpentário de Black Mambas.

Antes // Depois

Isso mostra que, com ela aceitando a Black Mamba e seu Pop-Up, ela foi possuída e invadida, revelando que a mulher agora não é uma aliada, mas sim uma espiã, e isso é mais explicitado com a troca de ambientações do metrô e da floresta em que elas estão dançando.

E o erro da Karina não prejudica apenas ela, mas também às meninas. A cena da Winter com a sua AE, em uma conversa no Naver de Kwangya, mostra as imagens todas borradas, como se tivessem com Glitch (O que podemos fazer referências ao comeback do NCT Dream?), então a conexão entre a Terra e Kwangya está ficando deficitaria.

E diferente da Karina, que ainda consegue ter algum contato com a sua AE, uma forma de despistar a Karina como vilã/infiltrada (O que, em tese, é burrice, pois se somente ele estiver tendo contato enquanto as outras estiverem de boa. MAS, tem o fator mentira).

E dona Black Mamba continua o ataque no PC da Ning-Rainha-Ning, mesmo com ela comprando o pacote premium do Avast e recorrendo ao Baidu de sua terra natal para isso.

O MV não apresenta mais uma história concreta além do ataque da Mamba, além da cena final, em que uma figura sai do piche que estava no metrô, sendo uma mistura de Pop-Up de a aura do hate (Os emojis de coração partido ao redor). E ainda tem a cena da BoA no final, como spoiler do MV dela, mas que tem nada de spoiler, pois Better tem nada a ver com o Kwangya-Verso.

Ainda tem toda uma analogia da Black Mamba ser a zoomorfismo de todos os haters, o ser humano que está, por meio das redes sociais, tacando hate nos idols, no caso, nas Aespa. Isso é bem fato, mas outro fato é como a SM prometeu rios e fundos para esse debut e não foi lá tanta coisa. O MV é lindo, inegável, eu ainda amo Black Mamba e toda a discografia das meninas, mas quanto a história, a SM poderia ter feito algo amais nesse MV, o que ainda peca em Next Level, pois lá também não tem uma grande história, diferente de Savage.

E quanto a letra da música, as meninas comunicaram algo amais?

Enquanto Karina é a patricinha que não larga o celular, reclamando que está viciada em conversar com a sua AE e que a conexão entre elas não pode falhar, uma vez que a comunicação é de outra dimensão, NingNing representa a Navies, pois fala que está no centro do mundo, como representando a placa mãe, o que seria o FLAT. Winter fala que a conexão, a SYNK, está fraca e com ruídos (Orgulho da Internet Discada).

No refrão, elas só falam de Kwangya, que é meio que um mundo novo, e que odeiam a Black Mamba. Mas também não tem tanta informação assim, diferente da ponte, ali a SM botou o povo para filosofar enquanto soltava o gogó da Ning-Queen-Ning e da Winter. As duas falam sobre as visões que elas tem de uma parceira/parceiro, o que podemos decifrar como as AE, estão distorcidas e embaçadas, e que o objetivo delas é reencontra-las assim que possível, mostrando mais um pouco que a SYNK tá ruindo.

Quanto a letra, eu sempre acho muito complicado querer depender dela para entender uma história, pois o MV você vê pelo divertimento, a música é para ser mais descontraída mesmo, tanto que a parte do “Navies, I Love You” em Savage ainda é algo que geral reclama.

E espero que tenham gostado dessa série, não sei se terei pautas prontas dessa série quando essa aqui sair e com geral reclamando que acharam uma bosta, mas assim, choices da vida de um universitário, mas espero real que tenham gostado. E caso tenham reparado em algum detalhe que deixei passar, podem comentar.

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