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(G)I-dle

A nova canetada da Soyeon para o (G)I-dle esfrega um rock em nossa cara

E aí, meu povo, como estão? Bora falar das novas rockeiras do Kpop?

(G)I-dle saiu das cinzas de um limbo intenso que depois do sucesso de Hwaa e o EP I Burn com o primeiro Full das meninas, e com a moda das 8 faixas, elas entregaram um trabalho bem coeso e coerente pelo que já pude ouvir, e para aqueles que não gostaram, uma pena, pois seus ouvidos devem gostar de demos piores do iKon que o Treasure lança.

Claro, meio surpreso com o grupo lançando um LP depois da treta com a Soojin e sua saída do grupo e da empresa, e com uma promoção bem conturbada, com até acusação de plágio da Soyeon para aquela música horrível com My Teenager Girl, se esse álbum tiver muitas vendas (E eu espero que tenha), podemos esperar mais um retorno delas para esse ano.

Tomboy resgata aquele rock que já vem fazendo fama há um tempo. Não chega a ser o rock anime do Dreamcatcher, nem o rock emo do TXT, mas sim aquele rock de garagem que bandas EMO, facilmente as filhas do Panic! At The Disco. E toda a melodia conversa com o vocal das meninas, enquanto temos o rock no refrão ecoalizando com elas repetindo que são Tomboys, em um ritmo intenso, fazendo cada uma se destacar de uma maneira diferente.

E a forma como a Soyeon costura o instrumental é interessante, não tem tanto pré-refrões, ficando apenas no primeiro, já que o segundo cai direto no refrão, e assim segue a faixa, com o último refrão meio que não existindo, mas sendo uma explosão pós-ponte final.

E o MV que está riquíssimo? Elas estão lindas, se entregando realmente no rock e nessa pegada girl power poderosa, em que o uso do vermelho é intenso (O que me gela a alma, em Hate do 4Minute, o vermelho era a cor principal).

Toda a direção de arte é interessante, curiosa, com um toque intenso e majestoso, sem sair da proposta do grupo, mas sempre inovando daquela maneira curiosa que a Soyeon sempre consegue entregar em seus atos que não são uma remixagem melhorada de Hann.

Eu tentarei a review do LP delas algum momento, ainda não pude ouvir com melhor intensidade, mas já sei dizer que é um dos mais coesos delas, não o melhor, o I Burn reina com toda a força possível na discografia delas.

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