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(G)I-dle Time Machine

Time Machine: (G)I-dle decidem mirar um gótico trevoso no verão coreano com Hann

E aí, meu povo, como estão? Prontos para enfrentar escorpiões usando balenciaga?

(G)I-dle havia feito um debut muito promissor, o nome das meninas estava na boca do povo, haviam conseguido um Win logo na primeira semana de debut, batendo o recorde do IZ*ONE como o grupo feminino com menos tempo de debut a conseguir o seu prêmio semanal. E olha que elas conseguiram, além do The Show, um Show Champion, um dos mais concorridos da Coreia. Com isso, um comeback era o mais esperado.

Primeiro que na época eu estranhei ser apenas um single, mas pesquisei e vi que era costume da CUBE liberar mais comebacks, porém com singles digitais ou com single álbum.

Hann já seria uma faixa distinta do debut para mostrar que o grupo não seria mais um a lançar várias follow-up de um mesmo hit diversas vezes (Mas o que não imaginávamos era Hann ser o single primordial da carreira das meninas). A melodia trouxe diversos aspectos interessantes que ajudaram na construção da faixa, como os assobios da Minnie, ou como toda a aura etérica que a faixa passa. Desde o uso de sintetizadores, uma melodia mais melodramática com acordes de violino e guitarra, esse comeback traz camadas e camadas de um crescendo forte.

O MV ainda não se mostrava ser o mais produzido delas, perdendo apenas para Latata. Mesmo assim, aqui há uma presença forte de várias cenas, uma mudança constante de cenário e de figurinos (E uns bem caros, pois balenciaga estourou naquela época e se tornara uma das mais caras do mercado… Não que já não fosse). A construção das cenas da Soyeon contra o escorpião, das mudanças rápidas de cenários, até a cena da Minnie “dando um disparo” com a gravadora na cabeça mostrando toda a essência de passado que gostariam de esquecer.

A letra da música trabalha muito sobre isso, querer esquecer um amante do passado, e toda a realidade que o rondava.

Como eu já disse numa pauta lá passada, eu acho Hann uma fixa superetimada por todo mundo, tanto que é a minha menos preferida delas, e prefiro ouvir mais Lion e Oh My God se eu quiser ouvir mesmo uma faixa mais dramática das meninas. Porém, não posso negar que essa aqui foi uma faixa muito importante, pois sem ela não teríamos uma enorme variação de aspectos na discografia das meninas.

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