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(G)I-dle Time Machine

Time machine: (G)I-dle é um código de programação da CUBE debutando com uma onomatópeia em Latata

E aí, meu povo, como estão? Vamos falar desse grupo não tão novo, mas que chegou roubando nossos corações (Ou o meu nesse caso)?

Eu lembro que só fiquei sabendo desse debut por causa do Dougie, enquanto ele tinha o Why Dougie ainda (Bom, eu perco as contas do que eu conheci do Kpop pelos posts dele). Com isso, comecei acompanhar o grupo logo no debut, e posso dizer que elas foram meu vício desde sempre. Mas deixemos de enrolação e vamos falar do grupo polêmico da CUBE, que deixou todos os Cheshires morrendo de medo.

Debutando com uma onomatopeia, Latata é uma mescla de tropical house com eletrônico, usando de elementos asiáticos para a construção da melodia, desde o arranjo dos beats até o estouro no refrão mesmo, que vem dividido em 3 partes: os vocais da Miyeon, a repetição dos Latata pela Shuhua e o dance break. O mais engraçado é que aqui a onomatopeia está ocupando espaço mesmo de onomatopeia, que é dar linhas a Shuhua, na época ela não tinha tanta confiança no coreano, e preencher espaço na música. Não é como se ela tivesse um real significado como em “Quero te acertar com meu Ddu-Du Ddu-du Du”, “Você está DunDun DunDun” ou “Não tenho aos haters, porque está LadadiDa”.

O MV é super bem feito, e nem tem o que comentar muito, pois ele não tem nenhuma história ou referência no meio, são as meninas se divertindo, as meninas jogando golfe, as meninas jogando tênis com uma bola de boliche, a Yuqi sendo sequestrada, a Soyeon com um óculos de sol quebrado e o chapéu pegando fogo, já sendo uma premonição de que ela teria as madeixas queimadas nas gravações de Señorita.

Elas já debutaram com um mini álbum, o que acho hoje muito arriscado, só grupos bem fortes que debutam assim (E olha que a SM nem deu um mini ao Aespa, que já nasceram aclamadas e odiadas). Abrimos com $$$, uma faixa mais hip-hop com trap, que tem um drop mais pop bubblegum no refrão. É uma faixa gostosinha de ouvir, apesar de ela começar com um timbre mais forte do que realmente o resto da faixa entregava.

A próxima é Maze, uma faixa que conversa com a title, pois tem um toque tropical nela, desde a elaboração da intro até o refrão ser bem mais instrumental do que vocal. Depois, temos DON’T TEXT ME, uma faixa mais melódica. Aqui a produção foca muito num hip-hop mais melódico, algo que a Tinashe lançaria para um single mais vocal, para se ter ideia.

Agora vamos com What’s in your house?, um R&B simplezinho, que mescla retrô de uma forma meio funky, meio soul. É uma faixa para relaxar depois de um dia puxado. Por fim, elas encerram o mini álbum com Hear Me, uma balad vocal em piano e violino.

Esse EP das meninas é o que tenho menos amor e carinho, pois acho as faixas muito filler para preencher espaço. Depois do I Made que as b-sides começaram mesmo ficar parecendo singles de trabalho também. Claro, ainda há exceções, o I Burn com Hwaa ser o melhor EP delas, pois todas as faixas são perfeitas. Mas uma visita a carreira das meninas faz bem, você nota a evolução das meninas com o tempo.

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