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(G)I-dle Time Machine

Time Machine: (G)I-dle fazem uma pausa pelo flamenco em Señorita

E aí, meu povo, como estão? Prontos para mudar o ritmo desse time machine?

Era para essa pauta aqui ter saído antes de Hwaa, mas eu tive um fim de semana complicado daquela vez, então não rolou. Com isso, vim aqui trazer minhas opiniões sinceras sobre o que seria o melhor mini álbum do (G)I-dle até aquele momento (Pensando que esse é o segundo, não tem muito o que fazer mesmo)

Señorita continuava aquela viagem pelo mundo que a Soyeon havia proposto para o grupo que ela liderava. Quando ela soltou que procurou se inspirarem ritmos latinos, meio mundo morreu achando que elas encarnariam mais um reggaeton. Felizmente, ela conheceu um brasileiro que mora na Coreia do Sul e apresentou a ela o flamenco, e tivemos essa perfeição de faixa como essa aqui. Para muito, o instrumental é bem diferente e estranho, mas se pegar certinho, o que a Soyeon fez é uma obra de arte. Claro que ainda acho a faixa curta, e colocar uma ponte onde não existe caminho a se seguir é estranho, ela só poderia ter mudado o refrão final para não acabar do nada.

Os MVs do grupo sempre foram total orçamento da CUBE, desde Latata, mas o CGI usado aqui se mostrou ser um dos melhores que a empresa já viu. Com isso, tivemos as cenas de publi daquele cosmético, o que ajudou a pagar a conta, tivemos as cenas com tudo pegando fogo, o que resultou na Soyeon tendo parte do cabelo queimado e amém que existe aplique para extensão e perucas, não deixando a coitada a ver navios, e tivemos a Shuhua cantando aquele total de zero nada de linhas puras, e só as onomatopeias para dizer que participou (E coitada, estava super feliz em ter conseguido cantar em coreano e vem os coreanos babacas reclamar do sotaque dela… Já falei que quero que ela debut com um single em taiwanês para calar a boca desse povo).

O segundo mini álbum delas não procurou ter coesão e coerências, mas entregar faixas boas e divertidas. Começamos com What’s Your Name, um tropical house que mesclou ritmos de guitarra no refrão. É uma das faixas mais divertidas do grupo e conseguiu ser a melhor b-side das meninas que funcionou comigo até esse ano em que tivemos Dhalia.

A próxima é Put It Straight, a fanbase gostou bastante dessa, tanto que pediram aquele cover no Queendom. Na performance, a Soyeon pegou toda a aura melódica dessa faixa e transformou naquele terror. Porém, no EP continuamos com uma melodia dramática, com um instrumental que variava do piano elétrico aos sintetizadores. O refrão é mais vocal, dando um ar de desolação mesmo, seria uma faixa mesmo que serve de intro de algum show, pois não vejo ela sendo trabalhada como single oficial.

A próxima é Give Me Your, uma melodia mais R&B, bem clube de jazz, e com os vocais com mais melismas das integrantes, fica uma faixa que preenche bem o espaço do álbum.

Por fim, encerramos com Blow Your Mind. Essa faixa teve a composição da Minnie e a produção dela com a Soyeon, o que mostra mesmo a mudança sonora que a faixa apresenta, tanto que não vemos tanto da Soyeon nesse tropical mais retrô e funky da melodia, é uma canção que vem para divertir e relaxar. Ela encerra bem o EP, apesar de que se viesse após What’s Your Name, seria uma linearidade boa. Mas como disse, esse EP não veio trazer coerência e coesão.

(G)I-dle sempre se mostrou um grupo forte, desde sempre foi muito promissor, desde o viral Latata e a forma pesada como as meninas foram promovidas. E depois do Queendom, vendas e charts deslancharam com gosto, tanto que a participação do grupo com K/Da foi tudo.

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