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Oneus decidiu revisitar o conceito tradicional com LUNA para me agradar

E aí, meu povo, como estão? Bora tirar a poeira desse blog?

Oneus é da RBW, mesmo empresa que o Mamamoo e o Purple Kiss, e desde o debut eles trabalharam mais que o diabo, e esse terceiro ano deles de vida não seria diferente, sendo que tivemos dois mini álbuns, mais uns projetos e o full álbum. Disso, com um teaser bem tradicional, eles já davam a dica de que a filha de Lit estava vindo.

E nossa, essa aqui conseguiu ser MUITO superior a Lit, e olha que Lit é perfeita. Luna é aquela faixa que mescla o tradicional com o contemporâneo, os instrumentais estão ali enquanto costuram a faixa que traz um toque eletrônico. Lembra muito o que o VIXX fez em Shangri-La. A melodia da música te abraça com tanta força que você vai viciando em cada crescimento dela, o refrão consegue ser diferente nas três vezes que ele aparece.

E vamos ao MV, que socorro, deve ser um dos MVs com pegada tradicional mais bonito que eu já vi. Toda a história entre gelo e fogo, a forma como eles elaboraram a coreografia usando os leques, sem ficar desincronizado (Lembremos que esse formato de dança o povo costuma dançar como se fosse a última dança da vida de tão simbólico que é para eles).

E o jogo do contemporâneo também vale para o clipe, eles possuem muito mais cenas com os quimonos, mas também eles usaram aqueles terninhos que são tudo de maravilhoso. Aliás, todos estão bem lindos, hein? Até mais que o normal.

Essa intro é muito boa, mas é cansativa. Eu temi que a RBW fosse dar mais um tryhard masculinizado para um grupo com falta de testosterona, mas não foi o que ocorreu. Deixemos esses tryhard para b-sides ou pré-releases.

Eu meio que cansei dessas artes dos álbuns do Oneus, mas essa aqui ficou tudo de perfeita! Eu amei como eles colocaram as nuvens e o traçado.

Quanto as b-sides, eu achei que só Yes or No que realmente é boa, nada memorável. É um tropical house com moonbaton bem fraquinho, falta um pouco de whey protein, mas pensando que o Oneus colocaram Life is Beautiful e Shut Up Crazy Hot nesse EP, então já tivemos b-sides boas.

Desde o debut do grupo, sempre me apeguei às faixas deles, até aquela mela cueca que foi A Song não sei o que e Diggity (Que é um hino incompreendido alias, deixem as pocs cantarem tryhard), e essa aqui é perfeita demais, maravilhosa, chegou com os dois pés no peito e já é uma das melhores de 2021.

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