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CLC Time Machine

Time Machine: Seria Where Are You? o primeiro erro do CLC?

E aí, meu povo, como estão? Prontos para dançar sensualmente em vestidos de primeira comunhão? E vamos aproveitar que a Yujin vai debutar no grupo do Girls Planet 999 amanhã?

Depois de um sucesso enorme com Hobgobling, todos estavam de olho para o que a CUBE faria com seu possível novo estouro da empresa, mas essa empresa não tem nem o tico e teco de neurônios, mas recebemos uma faixa boa (Depois de um bom tempo de você ouvir). E se a Sorn não gosta dessa faixa, quem sou eu para defender?

Where Are You? é aquela faixa que fizeram para agradar os gays conceituais que não gostaram da mudança de imagem do CLC, ou seja, o grupo perdeu certa fanbase nacional, e ganhou uma outra fanbase nacional, além de uma fanbase internacional forte, mas a CUBE não soube aproveitar. Com isso, recebemos uma midtempo melódica, voltado ao synthpop mais vocal, o instrumental é impregnado de teatralidade, dando esse ar de mágica, de música indie, ou algo que o Lovelyz entregaria.

O MV, apesar de muitos não gostarem, é super bem feito, ele tem esse toque retrô muito bem claro, até mesmo essa imagem mais embassada deu um ar diferente. O problema é a cara apática das meninas o MV inteiro, mas eu também ficaria assim depois de ter que fazer cara de bad bitch no comeback anterior e agora eu querer fazer cara sofrida para conseguir redenção.

Num mundo em que ainda tínhamos muitas b-sides nessa vida, o sexto mini álbum das meninas começa com BAE, um reagge bem estilo que o Wonder Girls entregaria naquela vibe do Why So Lonely. Aqui ela não só permeia pelo reagge, mas entrega um estilo mais indie também, com pegadas mais dark em drops, é uma faixa gostosinha de ouvir.

Depois da cagada feita, a CUBE percebeu que tinha que agradar o gay farofento, pois eram eles que deram dinheiro nesse retorno. Então soltaram um video performance da faixa girl crush do EP. I Like That não vai para o tryhard urban, mas sim para um eletrônico bubblegum, quase um Bubble Pop, e com uma letra e dança mais sensual, tem essa quebra de que poderia ser uma faixa não sexy. Além do mais, toda a coreografia mostra que dava para essa ser o single principal, sem sair do sexy que os gays farofentos gostam.

Depois dessa, vamos a Call My Name, um bubblegum mais sensual, levemente indie. O instrumental carrega uns sintetizadores bem mais calmos, dando um ar mais animado no refrão, mesmo com o drop. Depois, vamos com Summer Kiss, uma faixa bem verão mesmo, o que combina com a época de lançamento da faixa, então ponto positivo para essa faixa, a qual também recebeu um vídeo performance.

Por fim, o mini álbum encerra com Hold You Hand, uma balad vocal com algo mais ópera no instrumental, dando mesmo um ar de despedida para essa era.

O problema mesmo desse comeback foi a forma como ele foi elaborado. Se Where Are You tivesse sido trabalhada como special clip, creio que as gays conceituais teriam gostado bem mais e não tivesse abandonado o grupo, tanto que se repararmos com Hobgobling, Meow Meow foi uma faixa que foi trabalhada como follow-up e o povo gostou das duas medidas.

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