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ITZY Time Machine

Time Machine: ITZY são geladas em ICY enquanto pegam a demo da Beyoncé

E aí, meu povo, como estão? Vamos ficar geladinhos depois da fanbase da QueenB quase matar o ITZY pela compra de um sample?

Debut explosivo, as meninas tinham um hype enorme para um novo comeback, e a JYP sabia que não poderia colocar as meninas para trabalhar feito umas condenadas logo no início, porque tinha as galinhas dos ovos de ouro, vulgo Twice, em seu catálogo, tanto que elas já haviam entregado um mini álbum coreano e dois single álbuns japoneses entre Dalla Dalla e IT’z ICY.

I see that I’m ICY! E outro vício instantâneo, até mais que Dalla Dalla. Assim como o debut, as meninas traziam mais um PC Music gostosinho enquanto misturavam com bubblegumpop e uma pegada eletropop. ICY é uma faixa viciante, que apresenta uma construção bem semelhante ao debut, mas aqui eles fazem as transições de forma mais limpa, sem causar tanto estranhamento, mesmo que o drop de rap da Ryujin tenha sido muito “UOU, o quÊ?”

E ainda temos diferenças entre cada integrante sobre elas interagindo com o ambiente. Em um ano sem pandemia ainda, elas conseguiram fazer um MV fora da caixa, pelas ruas de Nova York, ampliando esse aspecto sobre ser diferente, mas mostrando aos outros que elas são, e com essa confiança de revelar aos outros isso. Intercalando com as cenas de dança, elas conseguiram colocar muitas cenas que trabalhassem os efeitos visuais, uma marca do debut, ficou muito parecido com aquelas animações de vida real/animação juntas.

E claro que não poderia faltar o dance break no final, que deu ainda mais a assinatura ao ITZY, tanto que depois vemos também em Wannabe. E quando não apareceu em Not Shy, teve esse estranhamento.

Recebemos um álbum, mesmo que as inéditas tenham sido apenas duas, pois tivemos remixes aqui também. Com Cherry, as meninas encarnaram um toque mais R&B sensual, mas sem largar o eletrônico, tanto que o refrão é um drop com um crescendo em PC Music e as variações de instrumental. Essa aqui tem um sample de Partition da Beyoncé, e isso causou aquele estranhamento no início, pois muitos acreditavam ser plágio (E o ranço do grupo só foi diminuir em Not Shy).

IT’z My Summer elas pegaram o eletrônico e aprofundaram um eurodance de pista bem intenso, tanto que se você tirar o vocal e botar numa playlist do David Guetta, ninguém coloca diferença (É tipo fazer uma The Week Kpop).

Dalla Dalla (DallasK Remix) pegou a faixa original e fez mais duas em uma, algo mais EDM eletropop e a outra um Eurodance, então ficou uma bagunça pior que muitos já achavam que era. WANT IT? (Imad Royal Remix) foi uma surpresa, porque achei até melhor que a original, ainda mais que usaram no Melon de 2019, a performance de estreia das meninas nas premiações. E com a banda de fanfarra ao fundo, ficou bem majestoso.

Foi um primeiro comeback super bem aceito, pessoal comprando a ideia do grupo fazias as meninas serem o debut mais expressivo do ano, e isso seguiria de forma forte em 2020, com Wannabe e Not Shy, além do feat com o (G)I-dle nas apresentações de final de ano.

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