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Ateez Time Machine

Time Machine: Ateez lança o comeback mais comercial com Illusion e Wave

E aí, meu povo, como estão? Prontos para mais alguma introdução nada a ver com a pauta e eu sem ideia do que falar?

Ainda com esses lançamentos duplos, Ateez voltou com seu terceiro mini álbum, em menos de 9 meses de estreia. Com isso, firmando ainda mais seu nome numa das discografias mais rápidas a crescer, eles vinham se mostrando um grupo que ia se adaptando conforme a onda levava. E pela data dos lançamentos sendo para junho/julho, era claro que poderíamos esperar um álbum de verão.

Illusion foi a primeira faixa a ter um MV (Ou seguir a sequência do EP no Youtube). O instrumental tinha tudo para gritar tropical house, mas felizmente eles não miraram exclusivamente nesse ritmo, entregando algo mais banda de fanfarra (Guardem bem essa introdução). Eu entendo que eles têm rappers bons, mas essa track não precisava de rap. Além do mais, nem os vocais deles precisavam do tanto de autotune que socaram na voz de uns ali no meio.

O MV ficou mais explicito a ideia de piratas e de aventureiros. Desde o cenário ser um navio e uma ilha perdida (Guardem bem essa informação também), eles se aventuraram num clipe bem mais simples em orçamento, mas com um visual super complexo, lotado de efeitos visuais e efeitos práticos, com eles descobrindo um lugar novo, dando mesmo foco para aquele ar dramático, coisa que eles falharam nos EPs anteriores.

A track Wave foi uma continuação da faixa anterior, tanto que o final do clipe de Illusion é o início desse. Mas falemos dessa title aqui. Ela é a mais comercial dos meninos, sendo a faixa que puxa mais o fresh do verão. Eles mesclaram o eletrônico, o funky e o reagge nessa aqui, dando um coesão maior para a proposta que gostariam de entregar, sem parecer forçada. Além do mais, também abandonaram aquela lado mais híbrido das faixas, o que mostra uma preocupação maior em alcançar um público não fã.

O MV também é mais padrão de Kpop, não é performance, tendo cenas deles se divertindo enquanto perambulam por pistas de skate, supermercados, e intercalam com as cenas de danças. O melhor foi que não forçaram os meninas a ficarem com cara de jovens descolados e deixaram eles mais livres (Apesar de que acho algumas expressões faciais um pouco exageradas).

E vocês acharam mesmo que essa era ia passar batida sem ter um vídeo performance? A escolhida da vez foi Aurora, uma faixa bem diferente das titles convencionais deles. É uma midtempo puxada para o eletrônico e com um synthpop bem transparente. Creio que a música poderia se assemelhar com um city pop se tivesse aprofundado nos sintetizadores, mas ficou mais um Save Me do BTS, só que sem aquele apelo melodramático dos escoteiros.

Pelo MV ser performance, não foi totalmente dança, tem umas cenas de história, algo bem aventureiros mirins, a turma da Mônica procurando o Floquinho em Laços. Além disso, achei a coreografia muito mais complexa para um ritmo que não precisaria de muito esforço.

A primeira álbum track do álbum é Utopia, a melhor do EP por sinal. Porém, assim para melhorar mais os usos dos EPs, eles fizeram dela o seu debut japonês. A faixa é um tropical house sintetizado de forma bem teen crush, uma faixa muito gostosa de ouvir, ela é super contagiante, do começo ao fim. Ela tem um toque de Disney que parece ser alguma música do High School Music.

E como quase todos os PVs japoneses, há mais cenas de dança do que nos que MVs regulares, mas ainda tem umas cenas para eles darem um carão para a câmera.

Crescent é um interlude muito nada a ver no meio do álbum, ela tem um tom épico que não dialoga com as titles usadas, então só está para preencher lacuna mesmo.

Mais um pouco, esse mini álbum se torna visual. Com Dancing Like Butterfly Wings, a única b-side do álbum, eles trazem um ritmo mais hip-hop com retrô. O refrão lembra muito música de superação, a construção da guitarra com a bateria dá essa impressão, e pelo título, não é difícil ser isso mesmo.

E que EP bem trabalhado foi esse, meus amigos? Creio que nenhum EP antes teve tantas promoções e uso como esse, talvez o NuNa da Jessi, que quase foi visual também. E aqui os meninos conseguiram entregar uma sonoridade mais comercial e que mais conseguiu trazer holofotes ao grupo, tanto que eles levaram o primeiro Win. Aqui, eles encerram a “trilogia” dos tesouros, sendo esse EP o Treasure EP3: One To all, mas a empresa conseguiu arrastar um pouco a história.

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