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Time Machine: CLC usam terninhos num MV que chama Black Dress

E aí, meu povo, como estão? Desocupados ao ponto de voltar muito ao passado?

Depois de mirarem terrivelmente num conceito angelical pueril que a fanbase internacional não entendeu o porquê fizeram isso, a CUBE entendeu que o CLC é um grupo que consegue mais agradar gays farofentas do que gays conceituais que engolem o aegyo, então tomaram vergonha na cara com esse EP.

Black Dress é uma das faixas mais cativantes do CLC, tanto que muitos que nem da fanbase eram conseguiram comprar esse conceito. A faixa permeia entre o eletrônico e o tryhard urban, não tendo muito mais nada que entregar nesse instrumental, mas não é de coisas inéditas que o mundo está aqui para dar fama sempre. A canção tem uma construção um pouco barulhenta, mas foi com essa aqui que eu me apaixonei mesmo pelo grupo, tanto que foi meu vício lá em 2018

O MV é um dos mais bonitos delas, creio que devo ter dito isso de quase todos os clipes delas, mas aqui a CUBE não economizou em nada também, apesar de ser mais simples do que Helicopter, por exemplo. Ainda porque o grupo era o principal carro chefe da empresa nessa época (O (G)I-dle debutou em maio desse ano).

Desde as cenas com o pole dance da Yubin, com a Yeeun cortando o cabelo no final do MV, cada aspecto desse comeback é tudo de bom, não tem nada o que reclamar dele. Até mesmo a distribuição de linhas é bonitinha.

Com isso, elas tiveram o seu 7º mini álbum, contendo cinco faixas. A primeira álbum track é Like That, uma faixa mais que permeia entre o funky e o eletrônico, o refrão não estoura, mas entrega um ar de verão bem divertido, mesmo não sendo um tropical house.

Depois temos Distance, a balad vocal do álbum. A construção chega a ser diferente das OSTs que vemos por aí, elas vão construindo a melodia até chegar num refrão, em que a Seungyeon, a Sorn e a Seunghee vão trabalhando os melismas muito bem. Só o rap que fica bem deslocado. Essa track teve até um MV também, que remetia muito ao clipe de Where Are You, o que seria uma boa para aquietar os gays conceituais.

Com To The Sky, elas entregam uma faixa de temática de turnê, tanto que esse tipo de faixa mais enérgica, com o instrumental aumentando em violão, guitarra e vocais supera alegres me colocam num making of de turnê. Por fim, o EP se encerra com 7th, a verdadeira balada do álbum. A faixa esquece os violões e miram num Soul, R&B, algo mais MPB que o Gilberto Gil entregaria.

Como eu já devo ter tido em pautas anteriores, esse aqui está longe de ser o melhor EP das meninas, ainda mais com o Crystale e o No.1, mas ainda tem faixas que agradam a todos os gostos, como Distance, Black Dress e To The Sky.

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