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Time Machine: Querendo agradar a sua pupila, JYP libera a demo Very Very Very para o IOI

E aí, meu povo, como estão? E falemos desse leve viral?

IOI se mostrou um grupo super promissor, desde vendendo bem digital e fisicamente, batendo de frente com grandes nomes. Com isso, elas tinham mais um comeback para entregar depois do single digital Whatta Man. E é estranho pensar que elas morreram sem um full álbum, que teria de ser a lógica do comeback de disband das meninas.

Mas enquanto isso, temos o JYP liberando a verba para a sua pupila, porque acham mesmo que Very Very Very seria delas sem a Somi ali no meio? Capaz de ser comeback do Twice depois de TT. A faixa foi longe no bubblegum pop, mostrando ser uma reciclagem muito bem feita de aegyos com repetição de onomatopeias, como foi Gee e Oh! do Girls’Generation. Com uma pegada retrô, meio funky, as meninas fazem um crescendo no instrumental que estoura no refrão.

É uma faixa divertida, não podemos negar, e as meninas conseguiram passar isso para o MV, com cenas muito aleatórias de elas aparecendo do nada, com réplicas surgindo a todo momento, aproveitando a repetição no refrão para abusar dos efeitos especiais. Desde mostrando a beleza delas, algo que sempre fizeram bem, mostraram um lado bem forte do carisma de algumas.

Com Hold On, elas abrem o segundo mini álbum delas com uma midtempo vocal com um instrumental mais synthpop que tem um UP vocal, dando aquele toque mágico à faixa, que facilmente poderia receber um special clip delas no estúdio gravando. Com More More, elas seguem numa estética retrô, com referências de jazz, tendo o instrumental mais lento. Não chega ao ponto de ser sensual, mas tem aquele quê.

Ping Pong é a próxima track, com um toque mais funky do que as anteriores, tem um pandero (?) ao fundo, que costura com os sintetizadores, e vai apresentando crescendo, embora não tenha aquele UP no refrão, entregando um ritmo mais fechado. M-Maybe é uma follow-up da title com estilo, apesar de que mais parece um comeback do Weki Meki com o Gugudan, aquela bagunça de instrumental, que uma hora é fanfarra, outra hora é sintetizador, não tendo um refrão propriamente dito.

Não que as meninas tenham muita concorrência para saber que esse é o melhor álbum delas, até porque o primeiro é totalmente passável, então ponto positivo a elas por entregarem um álbum bem feito ao menos, e esse aqui fico meio perdido que não rolou special clip nenhum, sendo que o anterior elas tiveram cerca de 2 a 3 MVs amais, mas vai saber o marketing delas e o tempo de contrato que elas ainda tinham.

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