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Luísa Sonza

Luísa Sonza entrega seu Doce 22 com VIP e melhor sozinha…

E aí, meu povo, como estão? Bora falar de uma das vozes do pop nacional?

Luísa foi do céu ao inferno nos últimos meses: término de relacionamento, críticas sobre o conceito musical, mentiras sobre uma traição que nunca ocorreu, culparam a mulher por ter matado o filho do Whinderson… É uma ladeira abaixo tão grande que o pessoal não sabe mais como parar e ficam inventando falsidades, mentiras e acabam prejudicando muito o psicológico da pessoa.

Mas aí vem setembro amarelo e ficam todos conscientes, estou até vendo (Ainda mais que sei que há kpopers nesse meio, viu? 3 casos de idols e o povo não aprende).

Mas depois de um blackout nas redes sociais, para não perder o hype que ela conseguiu criar com algumas músicas, ela lançou seu segundo álbum de estúdio, e vim trazer uma palinha do que ela nos entregou e tudo o podemos esperar por meio de suposições (Afinal ela fez de uma forma diferente o lançamento desse álbum).

Doce 22 saiu no último dia em que ela tinha 22 anos, ou seja, no domingo pós-lançamento, ela já apresentava seus 23 aninhos.

Abrindo o álbum e também entregando o conceito da primeira parte do álbum, VIP tem feat com 6LACK, rapper estadunidense. É uma faixa que mescla muito o jazz com o pop atual, tem um quÊ de trap na sua construção, principalmente quando falamos de letra, a construção da melodia é gostosinha, ela é completa, não tem aquela quebra repentina.

O clipe está muito bem feito, bem simples, mas com cenários lindos, efeitos ótimos, e conseguiram colocar o 6LACK por meio de um holograma que ficou bem show. E até coreografia ela entregou aos fãs.

Mas serei o fã chato agora. Eu sou bastante dançarino, não o melhor, talvez um dos piores, mas nossa, ela facilmente poderia ter feito uma coreo melhor, né? Entendo o conceito de jogar a bunda, mas poderia ter pegado mais leve dessa vez.

Ela colocou um interlude no meio do álbum, e isso serviu muito para colocar uma divisão bem específica. A segunda parte teve melhor sozinha como single, uma pegada flamenca, com aspectos de trap vocal, com um ritmo de jazz e R&B.

A própria letra é algo totalmente diferente da primeira parte, entregando uma mulher frágil, apaixonada, e ao mesmo tempo forte, decidida. Ela encarnou todo o quê de artistas solo em que ela poderia fazer a dualidade de duas personagens, que é ela mesma.

O clipe é bem bonito, é sensual ao ponto certo, bem delicado e simples também. É uma música bem intensa.

E como eu disse, ela entregou o segundo álbum de estúdio, que tinha muitas faixas boas e que eu salvei nas minhas playlists, então aqui está as que eu mais gostei.

Entregando toda a referÊncia que ela tem do pop 2000, a Slave For U da Luísa veio com força nessa 2000 S2, com letra bem sensual, ritmo forte e, provavelmente, uma coreografia para shows bem forte.

Mulher do ano segue a linha sensual e mulher forte que o álbum entrega antes do interlude.

Penhasco com certeza foi a que se destacou na linha delicada do álbum, ainda mais com toda a letra extremamente direta. Apesar do início parecer que ela está atacando o amado, não é bem assim que está acontecendo na letra toda. Ela entrega toda a situação em que ela se esforçou para não abandoná-lo e torceu para que tudo desse no final, então acho mais um desabafo sobre um cansaço que ela simplesmente não quer mais sofrer.

Outras duas que gostei foi Caos/Flor e Também não sei de nada, um feat com o Lulu Santos. As duas faixas seguem a linha animada, aquele MPB brasileiro dos anos 2000 que viralizavam fácil por ser tema de novela, as duas carregam uma nostalgia bem forte e isso é divertido como ela conseguiu mesclar com 2000 S2 também.

E o álbum também conta com 3 faixas ocultas, que são os próximos 3 singles. A ideia do marketing é muito boa, porque não faz os artistas voarem com os álbuns e single para eles não ficarem obsoletos antes da hora. Uma forma que também gostei do pop nacional foi o 111 da Pabllo, em que ela entregou um single, um EP com um single, depois um single do álbum, depois mais dois singles, o album 111 (Que vazou, mas ignoremos esse fato), um single, mais um álbum, e a versão deluxe remix com mais um single.

Em um único álbum, ela entregou 7 singles o único álbum, dificilmente um artista conseguiria isso, então a forma como eles vão trabalhar as divulgações dos álbuns para não virar um Kpop, com um single e algumas álbum tracks sem trabalho (Exemplo puro, Eyes Wide Open do Twice, um full álbum de 13 faixas, que teve a title e só, quando havia muitas faixas potenciais para se trabalharem como follow-up, nem que seja como vídeo Performance).

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