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Loona são rainhas do Caos em Paint The Town

E aí, meu povo, como estão? Pronto para fofocarmos sobre as rainhas da teoria?

Loona é um grupo interessante, pois elas cresceram em cima de conceitos bem relacionados ao grupo, vendo como grupo completo ou solistas, mas vendo como algumas fizeram sucesso com demos simples e relativamente genéricas, como foi a Kim Lip, então o grupo seguir uma faixa mais povão deveria ser até o esperado.

Mas quando temos grupos como Girls In The Park e IZ*ONE, que descanse em paz, lançando demos dançantes classudas em BallRoom, o porquê elas também não pegarem as referências de sua origem e voltarem com isso é algo que só o BlackPink poderia dizer.

Paint The Town é uma faixa que foi inspirada nos clássicos de Bollywood, com toda pegada realmente indiana (Dá para eu falar isso sem falarem que eu não pesquiso sobre, né? Afinal, o próprio produtor soltou isso numa entrevista). A faixa carrega um estilo de dramático, com um ritmo forte e poderoso, os crescendos da melodia vão angariando pontos intensos, subindo com força.

Loona sabe acertar quando o quesito é vocal na ponte ou nos pré-refrão, e isso consegue segurar muito a música. Depois de um tempo, você se acostuma com elas arranhando mais um tryhard urban, mas agora mais bollywoodiano, sem ficar só no bate lata So What ou nas onomatopeia tenebrosas de DiDaDiDam (E os Uh Lala AueAueAue seguem esmurrando).

E o foco mesmo volta-se ao MV, lotado de referências ao Loonaverso antigo, sendo que chama mais a atenção do clipe da Kim Lip, pois foi a fanbase fez questão de marcar isso nessas últimas semanas. E tivemos muitos efeito especiais, como o céu vermelho em caos, as chamas, os efeitos de luz e água que temos pelo clipe todo.

Entretanto, eu achei que tinha muito mais coreografia do que realmente os MVs anteriores delas. Claro que essa pode ser duas coisas: 1) orçamento faltou para mais cenas solos de tanto efeito CGI que usaram, 2) botaram fé nas cenas solos e curtas das meninas ou 3) falta de criatividade para elaborar mais cenários e criar mais teorias sem o teórico original do Loona.

Mesmo assim, é um clipe lindo demais que todos poderão fingir que a música é realmente boa, embora eu já tenha viciado nela sendo a mais fraca do dia de hoje.

E elas nos entregaram seu quarto mini álbum, que está muito bom por sinal. Temos faixas melódicas, como A Different Night, um toque bem operesco, vocal mais acentuado em cima dos sintetizadores. e temos também faixas dançantes, como Wow e Be Honest. O EP está muito bom, de verdade, é um choque eu ter gostado de todas as faixas, inclusive a title nesse meio, que tem nada a ver com o resto.

Claro, o Loona vem numa sequência de lançamentos em que faixa de trabalho é mais comercial e o álbum é feito exclusivamente aos fãs e aqueles que gostam do lado nada comercial delas. Mas diferente do que o álbum de Why Not, em que Star realmente tinha cara de single, e ganhou um MV, eu não imagino qual poderia receber o privilégio de ser uma follow-up para as promoções (Talvez é esperar e ver qual tem coreografia também).

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11 respostas em “Loona são rainhas do Caos em Paint The Town”

“Mas diferente do que o álbum de Why Not, em que Star realmente tinha cara de single, e ganhou um MV, eu não imagino qual poderia receber o privilégio de ser uma follow-up para as promoções”

Se elas seguirem a lógica usada na era 12:00, o segundo single seria “Dance On My Own”, que é a faixa toda em inglês do álbum e poderia ser voltado pro mercado ocidental (assim como “Star” foi divulgado com lives em rádios estadunidenses e chegou a entrar no ranking de rádios pop da Billboard). Embora eu ache “WOW” bem mais comercial em termos de sonoridade. Isso, claro, supondo que haverá mesmo um segundo single – as eras XX e # não tiveram um, e a era ++ só teve “favOriTe” como um “pré-single”.

Gostei de “PTT”, mas o que impede ela de ser realmente incrível é o refrão; ficou muito girlcrush genérico, que caberia perfeitamente em qualquer single do BlackPink ou do (G)I-DLE (não, não estou criticando os dois grupos em questão, pelo contrário – foram eles que estabeleceram essa sonoridade do refrão, então neles não fica a impressão de que estão copiando alguém). Uma pena, porque todo o resto da música ficou muito bom!

Também gostei das B-sides; nesse primeiro momento, acho que não tanto como das B-sides do XX e do 12:00, mas mais que das do ++ e # (e talvez até o fim do dia eu esteja gostando ainda mais delas). “U R” particularmente me surpreendeu; grupos de k-pop costumam errar feio sempre que gravam baladinhas, mas essa tá perfeita!

Curtido por 3 pessoas

Muito obrigado!!

Devo preparar esta semana um texto pro blog da Carla sobre PTT e & (e, se tudo der certo, também dois textos sobre outros temas).

Curtido por 2 pessoas

Eu acho que o que impediu a música de ser épica foi o refrão. Eu esperava uma coisa mais cantada e melódica pra fechar com chave de ouro esse pre refrão maravilhoso. Porém bem, nem tudo se conseguem na vida. Pelo menos o pós refrão ficou lindo e a bridge também é muito boa.
Mas eu disse isso no Twitter e repito: o grupo é de bsides mais do que a title em si. Acho que é uma coisa que tem seus prós e contras. Pró pois isso é o que enriquece a discografia.. Contra pois a Title é o que supostamente faz as pessoas não familiares com o grupo pararem e escutarem mais, e com titles tão divisivas acho que fica mais dificil atrair.
No mais uma coisa que o LOONA sempre acerta são nos MVs bem produzidos. E embora ViVi e Go Won levaram, como sempre, a pior, pelo menos a maioria ganhou uma parte significativa.

Curtido por 1 pessoa

A blogosfera em geral massacrou o comeback do LOONA, mas parece que a risada final é delas: em três dias de vendas o [&] já passou de 50 mil cópias vendidas, superando o [XX] (não que isso seja um grande feito) e deve superar o [++] com apenas mais um ou dois dias de venda…

Claro que poderíamos dizer que isso é mérito das B-sides excelentes do EP, mas convenhamos que o público geral faz as compras com base no single. Seja como for, tomara que elas consigam passar as vendas do [12:00] (o mais vendido delas até o momento, e único que já passou de 100 mil cópias), e pelo menos uma vitória em music show.

Por sinal, o comeback stage delas foi caprichado:

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