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Se tirar o TryHard Urban de First do Everglow, ainda tem muita história para contar

E aí, meu povo, como estão? Semana mal começou e eu já tô atolado de coisa para fazer, eu deveria já ter desligado o PC porque amanhã é total EAD e as vistas cansam, mas o Everglow não pode ser esquecido.

Eu já li as reviews de muitos da Blogosfera, e o mais surpreso foi o Arthur fazer o que eu já meio que farei aqui, Bruna e Rafa tacando pau é o esperado, Dougie passa o leve pueno por ser Everglow (Se fosse BlackPink, tacava era a construção toda, pois tijolo é pouco) e só resta o Wendell e o Lunei para mirar os comentários breves deles.

Mas eu sou eu, né? Já peguei uma parte da coreô de In The Morning do ITZY, viciei em How You Like That quando mesmo ia esperar, e acham mesmo que a batida industrial do Everglow não me cativaria? Mas sempre lembrando que isso não simboliza elas batendo presença comigo por muito tempo, lembram que o único tryhard que subiu comigo foi o CLC?

“Mas nossa, Gui, você só gosta de tryhard! Que saco!” Au contrair, my lady, porque Bling Bling e sua piranhagem bregalatina e Tri.Be com suas 50 referências globalizadas estão me dominando com força. First tem aquele quê que fez o Everglow ser famoso no mundo, que é o tryhard urban na construção e o trap no rap para o glamour de todos. Entretanto, diferente de DunDun, aqui não vemos tanto esse estilo dominando se repararmos nas entranhas.

Assim como Pixy em Let Me Know, elas foram para um canto diferente ao invés de cair de cabeça nos sons sintéticos. Enquanto o grupo de fadas caídas foi para algo mais exotérico, que se mostrou ser super viciante, apesar da quebra que o refrão impõe (Mas não é algo que vemos no refrão final, uma vez que as meninas soltam mais o gogó, e os melismas entregam um quebra no poder do industrial, encerrando a faixa muito bem). Aqui, com as SempreBrilhosas, vemos que há duas pegadas distintas: o catédrico gospel e o épico heroico.

Sonoridades antigas, mas que o cinema contemporâneo modernizou para a atualidade, aquela intro em algo mais ópera épica, é um detalhe que persiste a música tudo, e as quebras eletrônica esconde esse ponto. O pré-refrão entra no catédrico, e se tirássemos os sintetizadores crus e colocassemos sinos, seria uma música intensa. Poderia até ter um olhar fúnebre, mas teria uma força que não pensaríamos no Everglow entregando.

Agora, o que veio na minha cabeça, pegue a música Oh My God do (G)I-dle e coloquem essa construção do Everglow como imaginei: seria uma faixa inédita nos dias atuais no Kpop, e ainda entregaria um estilo.

E claro, as meninas conseguem fazer muito mais que grupos bem mais superiores que ela, pois com a Mia e a Siyeon como vocais, oq eu já superam muito as meninas da Mafia, e conseguem carregar esse carisma para fora das telas, como não vemos nas PinkPunk, que são menos intensas e mais paradas nos Music Shows.

E aquilo, MV está belíssimo, os efeitos são lindos e bem feitos, apesar de tudo ser mais um performance vídeo do que os clipes cheios de carão. E aqui conseguimos ver que a YueHua não tem muita vontade em colocar a Yena, certo? Sem referências ao número 7, sem mais coordenadas geográficas, e a coreografia já se mostrou ser uma coreô para 6 integrantes mesmo, não tendo aquele espaço que seria para uma sétima pessoa. E vendo como o Woodz lucra bem como solista, creio que a empresa vai mirar nela também, e quem sabe soltar alguma solista do grupo num feat com ela.

E as meninas vieram com um single álbum, o que é estranho, pois elas estavam numa sequência de mini com 4 faixas que já dava uma amostra que agora teríamos, ao menos, 5. Com Don’t Ask Don’t Tell, muitos apontam a nova Untoucheable delas, mas ainda não chega aos pés da original, que eu ainda tenho No Lie e Hush como minhas b-sides preferidas delas.

E o Everglow fez muito bem aqui, só acho que a YueHua poderia tentar não mirar tão a fundo no TryHard, mas se pensar que elas podem fazer mais um comeback esse ano e, quem sabe, não mudar ao menos mais uma vez para entregar uma faixa fora da curva como La Di Da.

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2 respostas em “Se tirar o TryHard Urban de First do Everglow, ainda tem muita história para contar”

A música não me pegou tanto. Mas achei os visuais muito na vibe dos grupos dos anos 90 início de 2000. Tipo baby vox.
Queria que a YueHua desencanese de vez da fuça da chinesa. Essa moda do kpop me mata, é a mesma cara das duas do ITzy que não diferenciou, pequenas e zoiodas. A Suzy foi uma das maiores visuais do Kpop justamente por ter uma beleza natural, tanto que agora que saiu clone dela. E eles não aproveitam esse potencial

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