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Shinee Time Machine

Time Machine: Shinee entrega seu primeiro álbum com Love Like Oxygen…

E aí, meu povo, como estão? Entregando esses amores como oxigênio?

Continuando a trajetória com o Shinee, vamos falar do primeiro álbum de estúdio dos meninos. Com 12 faixas, sendo uma delas o relançamento de Replay, o álbum apresenta um tamanho bom. Na época, vendeu mais de 100k de cópias, o que é um número excelente. Agora, se eu não seguir na sequência cronológica, peço perdão, porque o Youtube não organiza nada bem a ordem cronológica dos álbuns.

Love Like Oxygen é aqueles tipos de faixas que o Shinee entrega com perfeição. Eles mesclaram aquele ar hip-hop com trilha sonora de filme teen estadunidense que a Disney desova uns dois por ano no Disney Chanel. A faixa tem uma evolução legal, a faixa não realmente estoura no refrão, mas mantém um crescendo forte.

O MV é bem basicão. Tirando as cenas em que eles fazem carão, eles estão apenas dançando em roupas diferentes num ambiente cheio de cortinas com luzes ao fundo. O bom disso é que mostra a desenvoltura facial deles em frente às cameras.

Esse primeiro LP deles tem 12 faixas incluindo a title. Abrindo com The SHINee World (doo-bop), eles entregam um hip-hop mais dark, com muitas pegadas de pop e aquelas transições em sintetizadores, é uma faixa que eu não saberia dizer que é do Shinee se não fosse o nome deles. A próxima é Love’s Way, uma balad vocal com pegada em eletrônico, a faixa entrega muito o vocal dos meninos em meio ao piano e a mesa eletrônica dando aquele ar moderno na faixa, apesar de ela ser bem genérica, mesmo para a época lançada.

Com Romantic, ela tem esse toque synthpop mais melódico, com um toque de cena de filme de romance. A guitarra ao fundo dá uma ar mais lento e sentimental à faixa. One For Me segue a mesma linha que Romantic, tanto que ela facilmente poderia ser trilha sonora de “Se ela dança, eu danço”. Com Graze, eles já soltam um R&B que mescla com jazz. Last Gift é um synthpop calmo, puxado para algo que chutando o top 100 do Melon, você acha vários iguais.

Best Place conversa muito com as faixas anteriores, aquele ar de música trilha sonora teen. Com Y Si Fuera Ella eles largam o synthpop e pegam mais fundo no ópera para dar um ar caótico ao sentimento que querem passar. Four Seasons, não a da Taeyeon, encerra bem o álbum de inéditas, com uma melodia mais voltada ao fim de turnê mesmo.

Ainda temos um Remix de In My Room e a reciclagem de Replay.

Um problema enorme da SM é entregar álbuns enormes com b-sides meia bocas. E olha que eles acertavam muito com o F(X) e o Red Velvet, pois inclusive o Girls’Generation era horrível em b-sides nos primeiros álbuns. Ao menos, a SM sabe entregar coesão entre as faixas, tanto que esse álbum poderia ser o Folklore deles, parece que é tudo igual, mas algumas mudam.

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