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Time Machine: A carreira solo de Jeon Soyeon antes do (G)I-dle

E aí, meu povo, como estão? Vamos ver o que a nossa rapper queridinha desovava antes de produzir os Latata da vida?

Jeon Soyeon já tinha um histórico bem famoso, desde a participação no Produce 101, ficando de fora da line-up final (E saiu depois que a Eunbin do CLC, por sinal), e já sofrendo com um hate massivo por não ter rosto de idols (Padrões coreano cada dia mais bizarros…). Depois, aquela participação no Unpretty Rapstar, em que trabalhou super bem seu rap.

De duas, uma: ou seria mais uma solista da CUBE e não fazer sucesso com músicas aguadas ou estaria em um grupo. Felizmente, enquanto a CUBE não sabia os rumos que dar ao seu futuro novo grupo feminino, decidiu dar uns solos para a mulher ir brincando na mesa de som. Além do mais, como cabemos hoje, a Soyeon é uma artista completa: canta, dança, faz rap, compõe e produz.

Ela num grupo seria mais um Hyuna e Amigas (4Minute) ou Suzy e amigas(Miss A), mas ela conseguiria dar ao grupo lançamentos contínuos por ter toda uma base por trás. Além de que como líder, creio que ela faz um ótimo papel.

Claro, por ter toda uma bagagem, muitos estavam ansiosos para o que ela poderia entregar.

Não seria bom ela entregar hits logo no debut solo e ofuscar as amigas do (G)I-dle, mas ela ir direto para um bubblegum pop mesclado com trap para o debut com Jelly foi estranho. Para quem me conhece e sabe que sou um pouco Neverland, não curto nada os solos dela. Eu acho fracos demais e bem mela cueca para quem prometia muito.

Embora tudo isso, ela conseguiu mesclar bem o conceito com o MV, pois para esse tipo de música, um clipe super colorido é o esperado, e com toda a conotação que ela poderia dizer sobre estar em cima de uma gelatina, com toda as caras e bocas e todas as cenas de colocando sorvete numa casquinha de sorvete.

Ela veio um tempo depois com Idol Song. Aqui ela seguia com a vibe bubblegum, mas deixou o trap de lado e foi para algo mais funky, mais reggae. A música tem uma evolução boa, ela é divertida, mas para quem está bebendo um café numa cafeteria lá de Seoul depois de um dia cheio no trabalho e quer relaxar, para quem quer agradar alguma fanbase eu já não sei. Agora se o povo achar que ser fã é engolir tudo o que o fav faz, então lancem qualquer coisa que já é o suficiente.

O MV é um monte de cena perdida, não tem nada com nada. O empolgante mesmo, se é que posso dizer isso, é a mulher com máscara de gato que, como bem sabemos, descobrimos ser a Soojin lá no início de Latata. Fora isso, é um MV perdido.

Felizmente a Soyeon socou toda a criatividade dela no (G)I-dle e recebemos um dos grupos com discografia mais diferente do Kpop, sendo ela ou não dependendo do gosto de cada pessoa. Os solos delas são bem meia boca, e chega a ser um alivio ela focar em 100% no grupo. Porém, agora com a Minnie, Yuqi e a Miyeon dando os pitacos em arranjo e composição, podemos esperar que logo essas meninas fazem debut solo com singles especiais para os fãs e seremos agraciados, ou não, com a Soyeon de volta nos solos.

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Uma resposta em “Time Machine: A carreira solo de Jeon Soyeon antes do (G)I-dle”

[…] (G)I-dle em hiatus, sobrou para as solistas se destacarem, o solo da Yuqi totalmente aleatório, mas se consolidou como um dos melhores debuts desse ano, mas era questão de tempo que a produtora, compositora e dona da carreira da CUBE anunciasse seu primeiro trabalho solo depois de estreiar em um grupo (Afinal, ela já havia dado as caras anteriormente). […]

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