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Time Machine: Discípulas de Michel Temer, IZ*ONE dão um golpe no Drácula e assumem o governo da Transilvânia em Vampire

E aí, meu povo, como estão? Bram Stoker ficaria feliz com a releitura de sua adaptação?

IZ*ONE se mostrou ser um fiasco em b-sides em tudo que é album, mas ainda assim, miravam nos lançamentos japoneses. Com mais um mini álbum, antes de retornarem para a Coreia do Sul com seu primeiro full álbum, elas decidiram encarnar o Michel Temer e dar um golpe do Drácula. Mas enquanto o vampirão ficou com o Brasil, elas ficaram com a Transilvânia.

Vampire apresentou o mesmo problema de Buenos Aires, o vocal das meninas está super agudo de uma forma que não entendo o porquê. A diferença com essa aqui é que o instrumental ficou um pouco melhor, porque eu tenho uma leve queda por esses ritmos mais ópera, pois dá aquele dar de canção épica, de música de trilha sonora de filme de terror da Sessão da Tarde, e encarna um aspecto muito divertido no final.

Além do vocal, eu acho o instrumental muito mal conectado, mas não daquela forma que realmente dá a impressão de que foi mal feito, mas que umas duas ouvidas amais por algum fã mais porra loka já resolveria. Pois é certo que um “Amigo, isso aqui tá bizarro!” resolveria.

Além do mais, temos esse MV delas que está lindíssimo, os efeitos visuais estão no ponto certo, tem uma construção de vampiro mesmo que está interessante, apesar de que as cenas das meninas sorrindo para mostrar as presas está muito vergonha alheia, pois creio que a a Eunbin foi a única que não ficou com cara de “O que tô fazendo da minha vida?”

Kimi Igai tem um instrumental bem semelhante ao de Vampire, tem um tom épico interessante, o vocal das meninas apresentam uma construção interessante. Ela tem cara mesmo de follow-up, até mesmo pelo conceito do MV. O que não posso dizer de Love Bubble, que realmente segue uma linha bubblegum pop, com um ritmo divertido, algo que combinaria com o verão e um clipe cheio de piscinas e cores mais rosas.

Shigaisennanka Buttobase é uma faixa fim de álbum, com toda aquela aura de filme teen que tudo se encerra de forma como o esperado, parece música de fim de filme da Disney, em que todos se reúnem para comemorar. E o álbum se encerra com Fukigen Lucy, um 8-bit mais contido, que segue a linha da faixa anterior.

IZ*ONE acertou nesse álbum de forma interessante, apesar de apresentar algumas falhas claras, como os instrumentais muito bagunçados com os vocais, mas ao menos apresentaram b-sides melhores do que o álbum anterior. Claro que ainda acho as duas últimas muito passáveis, mas não tem resolver isso também, já que é a sonoridade que querem que elas tenham no Japão.

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