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Time Machine: iKon tenta não ser um grupo da YG lançado demos da YG com Apology e Anthem

E aí, meu povo, como estão? Vamos fofocar mais do iKon?

Eles eu não seguirei uma linha cronológica como eu disse, porque a YG socou tanto repacked com esses garotos, que não sei qual saiu primeiro ou não, até porque você entra no Youtube Music desses garotos, tudo está bloqueado porque nem a YG sabe o que faria com tanto streaming dissolvido em 10 lançamentos de faixas já lançadas 10 vezes.

Com isso, como primeiro álbum, o Welcome Back (E guardem esse nome, porque o iKon tem 4 FUCKING ÁLBUNS com esse nome e suas variações) tem cinco faixas inéditas, então falaremos delas.

Apology é a faixa baladinha triste que todos os atos da YG lançam em seus full álbuns naquela ideia de titles duplas, e ainda fecha com chave de ouro eles terem sempre os mesmos acordes de rock e violão, o que deixa tudo super sem sal perto do que poderiam fazer (De pensar que o iKon tem I’m Ok na discografia).

E o melhor dos MVs que são sempre as caras de sofrência que esse povo faz, alguns correndo atrás da amada, brigando do nada e sendo largados para trás, e tudo isso ou em fundos trevosos, como nesse caso que foi num cemitério. E ainda por cima, socaram um efeito preto e branco por cima… Assim fica difícil, YG.

Nisso, a segunda title foi Anthem, a faixa que é o contraponto à balad vocal que entregam como single principal. E aqui eles tinham tudo para entregar uma faixa boa… Mas só se a YG mudar de novo. Misturando hip-hop com eletrônico, esse instrumental parece uma mistura de Fantastic Baby mas sem a parte festiva com qualquer demo do 50cent.

E seguindo a estética, ele mantiveram tudo em preto e branco. Pelo estilo do instrumental, tanto o BI quanto o Bobby engoliram o tempo de tela e de linhas, deixando migalhas para os outros 5. Eu até acharia que era um duo dos dois, porque os demais só ficam no refrão sem graça em que eles anunciam um atentado terrorista ao dizer “iKon está chegando em sua cidade!”. Eu mandaria prendê-los depois dessa.

Uma das inéditas, e aquela que dá nome ao álbum, é Welcome Back. Aqui, eles ainda ficam em cima do hip-hop, mas soltam o dedo da aceleração, colocando um jazz ao fundo, com o saxofone estourando no refrão. É uma faixa divertida, mas ela fica super apagada por causa das titles.

Today eles seguem a mesma linha divertida que o jazz propõe, é super good vibes. O drop do rap não é deslocado, e ainda dá um ar muito forte à faixa. Encerrando com M.U.P, eles colocam um instrumental meio funky, mesclando com jazz, além de dar um toque mais introspectivo, mas sem nada tão uau.

Conforme eu vou vendo essas faixas do iKon, noto que só estão vivos por causa da YG e porque produzem e compõe as próprias faixas, e porque são homens, pois estou vendo que se não fosse Love Scenario, teriam morrido, pois é um grupo que não faz diferença no Kpop, não expandiram em nada e só tem o nome deles pela empresa.

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