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Time Machine: CLC fala vários NO aos estigmas e se empoderam nesse comeback

E aí, meu povo, como estão? Vamos visitar mais um pouco certos passados?

Continuando a nossa visita ao passado do CLC, vamos falar sobre o último mini álbum que as meninas nos entregaram, lá no início de 2019. Depois de quase um ano em hiatus, elas entregariam mais uma música forte, como apontavam os teasers. Uma faixa controversa por vários, pois a construção não agradara tantos, mas foi meu vício no ano em que ela saiu.

No é uma faixa tryhard mais chique do que muitos já tinham entregado. Desde a pegada mias dark de um Soul mesclado com um eletrônico, a faixa tem um crescendo que remete ao vounging de muitas faixas, mesmo que não transpareça a necessidade de ficar fazendo carão para a câmera, o que é algo que as meninas tem feito o MV todo. Desde o momento em que começa até em que termina, a faixa apresenta costuras bem feitas, o que dialoga tanto com a letra quanto com a coregrafia.

O MV é um espetáculo a parte. Claro que depois de dois anos vendo esse MV, enxerga-se aspectos bem pequenos de quão elaborado é o roteiro. Alguns mais claros como o caixão fechando alguns objetos que apontam a “feminilidade” ou até mesmo as flores queimando como forma de “protesto”. Mas há aqueles não tão expostos (Eu demorei a enxergar), como as meninas em recipientes de vidro para exposição.

O CLC sempre apresentou coreografias complexas, independente do estilo, e com NO não foi diferente. E a dança conversava muito com o instrumental e a letra, desde os movimentos com os dedos na boca ao falar de batons, ou o movimento de desfilar enquanto o instrumental reduzia a velocidade. Pode ser uma música básica no tryhard, mas toda a coreografia foi bem pensanda.

Esse EP das meninas se não for o melhor, é o segundo melhor, batendo de frente com o Crystale lá de 2017, com a title Hobglobin. O No.1 começa com Show, que é uma faixa mais enérgica, ela caminha pelo eletrônico e o retrô, mas não entrega um Devil ou Pepe, mais um house por exemplo. É uma faixa que super estouraria como single oficial lá pelos anos de 2005, 2010.

Depois, vamos com a não tão balad do mini álbum. Breakdown é um break mesmo, pois a faixa desacelera o nível do álbum entregando uma faixa mais chills, que conversa com o club house. Like It seria uma follow-up completa para No, pois a faixa segue a linha tryhard, mas sem estourar, mesclando bem os estilos de No e Show. Desde a coreografia intensa e um pouco viralizante, temos o instrumental forte com ups e downs para dar aquele ar de intensificação quando estoura num refrão bem viciante.

O álbum encerra com I Need U, uma faixa mais retrô, tanto que facilmente poderia estar num single álbum com Devil ou Pepe, é um ritmo que contagia, dançante, mas sem ter aquela cara de single oficial. Ela funciona bem mesmo com álbum track, e aqui faz a sua função de agradar sem parecer que está ocupando espaço.

Esse comeback delas foi basicamente o primeiro que acompanhei como Cheshire mesmo. Vocês entenderão a história minha com as meninas enquanto eu vou fazendo os time machines, não sou um fã tão antigo assim, mas as meninas me arremataram mesmo lá em Hobgobling, onde já fui pesquisando sobre os outros singles, mas isso é história para outro post.

2 respostas em “Time Machine: CLC fala vários NO aos estigmas e se empoderam nesse comeback”

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