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Time Machine: Provando que gosto não se discute, Coreia do Sul viraliza Love Scenario do iKon

E aí, meu povo, como estão? Prontos para fofocarmos mais um pouco sobre o iKon?

E vamos falar finalmente o primeiro álbum decente dessas criaturas, porque dos outros, podemos sair colocando mini álbum devido às inéditas. Mas sério, esse é o primeiro álbum deles com todas sendo inéditas. Os Welcome Back da vida são tudo relançamento atrás de relançamento com alguma inédita. Seria o mesmo com o BlackPink se o Square Up fosse o relançamento dos demais Squares.

Love Scenario não tinha nada para viralizar, mas vai saber o que se passa no gosto dos coreanos (50 de 100 faixas do melon sendo trilha sonora de cafeteria me parece ser um ponto razoável a se pensar). Mas aqui eles pegaram a discografia deles e conseguiram dar uma refinada, trazendo aquele conceito midtempo vocal mais retrô, dando um ar realmente vivo para a faixa, mesclando hip-hop mais ao fundo, com uma construção em cima do R&B.

O MV não tem nada demais, apenas os sete andando para cima e para baixo em cima de algum fundo sem muitos detalhes. Conseguiram colocar uma coreografia nessa faixa, que realmente não precisava, mas aqui eles estão com uns passinhos de carnaval tentando dançar.

Eles trabalharam uma follow-up também, que foi Beautiful. Essa aqui tinha mais cara de title, porque o hip-hop, marca do grupo, estava bem mais explicito. E aqui eles trouxeram algo mais retrô, um disco house mesclado com garage house, dando um ar novo à faixa, além de ela ser animada e implicar um ar jovial e de curtição.

YG socando os solos dos solistas no meio dos álbuns é algo bem já conhecido. O escolhido da vez foi o BI, com One and Only, com uma faixa trap clássica, mesclando com aqueles barulhos sonoros de sirene, os pratos da bateria vão dando uma construção intensa à faixa, sem que ela estourasse. Best Friend é aquela faixa que intercala o retrô e o reagge, colocando um aspecto fim de festa, com uma sinfonia ao fundo, em violino dando sua vida.

Everything é um EDM clássico, bem gostoso, mas nada que grite algo inédito. Com Jerk, era uma midtempo, mas com pegada country mesclada com hip-hop, entregando um ritmo estilo GoodByeRoad. Hug Me é a midtempo em guitarra e baixo que faz parte da trilha sonora de alguma banda de rock de garagem.

Sinosijak é aquela faixa que começa melódica, mas cai num eletrônico em hip-hop. O Mino entregou uma dessa ano passado naquele full álbum dele. Com Don’t Forget, e os assobios no início, conseguiram elevar o álbum num patamar não tão trágico com o hip-hop que o iKon forçou nas duas faixas anterior, com um instrumental em piano, para dar aquele toque delicado.

Love Me é um retrô reggae bem fresh, que remete bem o verão, com um refrão fim de festa bem clássico e empolgante. Just Go começa parecendo música da Adele, e realmente parece com a bateria e piano ao fundo. Se botasse os meninos chorando na chuva num efeito preto e branco, seria um Special Clip clássico. Com Long Time No See, eles entregam um hip-hop no piano.

Eles mantiveram boas álbum tracks, mais pela coesão entre faixas do que excelência em si. E depois de ouvir esse álbum, por mais que seja produção dos integrantes, ainda acho muito fraco o desempenho musical dos meninos pela fama que elas carregam.

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