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Time Machine: CLC debuta com PEPE em meio a um hate imenso

E aí, meu povo, como estão? E vamos de útima parte dessa viagem ao passado do CLC?

CUBE anunciou que debutaria o novo grupo feminino. Não seria problema algum se a empresa não estivesse passando por problemas financeiros devido à corrupção do CEO (Na época, a CUBE batia de frente com a JYP, para se ter ideia). Por isso, grupos como BTOB e 4Minute não tinham comeback há um bom tempo, e com o foco da empresa em um novo conjunto, as duas fanbases começaram a surtar e o hate massivo em cima do CLC já começou cedo.

O debut PEPE já era uma forma da CUBE mirar o CLC numa discografia que diferenciasse do 4Minute, por exemplo. Desde um instrumental mais orgânico, com nem tantas variações, elas miraram no retrô e no funky, o que pedia um ritmo bem mais divertido mesmo, o que acabaria refletindo no visual das meninas.

E podemos ver isso no MV. Com um uso excessivo de cores chamativas, além de figurinos que variavam do sensual, como as roupas de moletom colegial, até um pueril sensual, como os vestidos, mas meninas só mantinham o aegyo nos trejeitos mesmo, pois o resto acabava dialogando mais girl crush mesmo.

Já debutando com um EP, as meninas entregaram suas cores logo na primeira faixa, Cafe Mocha Please é uma faixa divertida, tem uma pegada funky com jazz, a evolução da track é super divertida e acaba cativando bastante. A próxima é Sharala, e tem uma forte quebra no ritmo do mini álbum, pois a melodia entrega um synthwave melodramático, o que combina bem mais com um encerramento de álbum do que a metade dele.

First Love mantém a linearidade da anterior, sendo uma midtempo com violão que facilmente pode ser trabalhada no acústico, pois as meninas apresentam um vocal muito expressivo. Por fim, encerramos com Opening The Window, a faixa balad vocal mesmo do álbum, que só tem uma bateria e piano ao fundo. Olhando num conjunto, as meninas entregaram duas faixas divertidas para 3 midtempos, o que não é a melhor forma de começar, mas mostra bem o vocal delas.

E aqui encerramos essa saga visitando a carreira do CLC. De tudo o que podemos resumir aqui é que a única culpada do grupo não ter sido muito mais expressivo é a CUBE. Desde a falta de gerenciamento e até a espera de um milagre do grupo lucrar sem financiamento algum, as meninas sempre ficaram a deriva e o único ano mesmo em que elas conseguiram lançamentos bons e consecutivos foi apenas em 2019, 4 anos depois do debut. Em 2020 era esperado uma pausa, a escolha de um single álbum foi das meninas, mas tenho certeza de que elas jogariam esse full álbum logo se soubessem das futuras palhaçadas que estariam reservadas a elas.

Se elas ficarão ou não na CUBE (Espero que não), eu estarei aqui para apoia-las em seus projetos e em suas carreiras da forma que estiver em meu alcance. Então aproveitem bem essas pautas, mais algumas já estão a caminho, e vamos esperar próximas cenas.

3 respostas em “Time Machine: CLC debuta com PEPE em meio a um hate imenso”

Traduzindo o grupo já nasceu para tapar buraco da empresa, uma pena pois todas tem um grande potencial, mas a discografia atirou para todos os lados, não construiu um imagem visual e sonora autêntica que deixasse sua marca como grupo que se destacasse do que outros já estavam fazendo na época e com a baixa de promoções decentes, foi só ladeira a baixo! 😔🤐

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