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IZ*ONE Time Machine

Time Machine: IZ*ONE debut em meio ao fogo cruzado com La Vie en Rose

E aí, meu povo, como estão? Vamos falar desse debut que foi polêmico, mas hoje é de um grupo que rende horrores às suas empresas?

Produce48 acabou, revelando a lineup mais estranha que um reality show já havia tido (Isso porque o ProduceX101 não tinha surgido ainda), e isso o ódio em cima do grupo ainda não debutado era enorme, mesmo com algumas ali estando ali pelo clamor popular, como a Sakura e Eunbin, que sempre ficaram no topo do topo, então não tinha como tirar mesmo.

Mas tretas a parte, aqui estamos para fofocar sobre esse debut e o que ele nos proporcionou.

La Vie en Rose é uma faixa que mescla aspectos bem diferentes no instrumental, desde uma pegada pop, ela encarna algo mais eletRônico, sem cair no batidão que elas só nos foram proporcionar em Secret Story of the Swan. E ainda tem toda a pegada etérica medieval que um synthpop poderia nos proporcionar, com aquele violãozinho ao fundo, dando um aspecto antigo, mas sem parecer retrô.

O MV elas usaram muito das cores fortes, e com predomínio do vermelho e do branco, além das variações em rosa e cores mais sóbrias, bem estilo natureza morta. As cenas intercalam com coreografia, o que mostra que as meninas teriam um foco maior nesse ponto, o que seria óbvio com 12 integrantes par fazer peso num palco. As cenas solos das integrantes revelam um aspecto que muitos vão me matar, mas tirando uma ou outra, todas parecem mortas e sem expressão.

“Ah, mas é um debut!”, okay, mas a Woonyoung só foi parecer viva mesmo esse ano em D-D-Dance, antes parecia uma mosca morta, e olha que ela é a center da bagaça.

O mini álbum de debut começa com Colors, uma faixa que ia do aegyo para o bubblegum pop, não um estilo que combina com a title, mas aqui está para dar uma intro no que podemos esperar das meninas. A faixa é animada, tem um crescendo forte, e empolga conforme vai passando.

E assim como a anterior, O’My! é um bubblegum eletrônico, com construção em retRô music. É uma faixa divertida e foi usada como follow-up, tanto que apresenta coreografia, e ela contrasta bastante da title LVeR nos Music Shows, e isso dá um ponto bem mais forte às meninas. Memory é uma balad vocal em piano, e é estranho já ter uma dessa aqui, na quarta track do EP.

Claro que depois tivemos as versões IZ*ONE de algumas faixas, que não entendi se eram demos do AKB48 ou se apareceram no Produce. We Together é uma faixa divertida, que puxa muito do retrô, com um toque eletrônico. Suki ni Nacchaudarou? é claramente uma música do AKB, desde a construção do pop alegre e colorfull, até mesmo com o vocal mais agudo de todas as integrantes.

Yume wo Miteiru Aida encerra o EP com uma balad vocal mais animada que Memory, embora permaneça nesse ritmo lento.

IZ*ONE é um grupo que sempre foi mais title comigo do que b-sides, e essas aqui, apesar de serem divertidas, ficam passaveis, tanto por La Vie en Rose ser mil vezes melhor mesmo como esse pouco apelo que o grupo tinha.

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