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Álbum Review Lexa

Comentando “LEXA”, o novo álbum da LEXA

E aí, meu povo, como estão? Já gastaram a criatividade em colocar nome em álbum?

Lexa é uma das cantoras do pop–funk nacional que tem crescido ultimamente. Depois de um início de carreira muito que turbulento, creio que ela conseguiu colocar tudo nos eixos e vem seguindo com lançamentos viciantes (outros nem tanto) enquanto seguimos nossa vida escutando as músicas dela em casa enquanto essa pandemia não passa e vacinas não são tomadas.

Depois de um longo tempo lançando apenas singles, como uma força de pré-lançamento, estamos aqui com seu último lançamento, o LP Lexa. Com uma média de tempo de 21 minutos, o trabalho conta com 9 faixas, nenhuma delas passando dos 3 minutos e seguindo a onda de lançamentos curtos que geram streams.

A faixa que abre o álbum é Sussu, uma mescla de pop, mas que fica no funk 150bpm. Essa faixa recebeu um clipe logo após uns dias do lançamento, apresenta uma fotografia boa, não tem aquela produção marcante com pirotecnia, mas entregou um bom visual.

Quebrar Seu Coração é uma música com Luísa Sonza, e segue um funk mais melódico, o qual começa devagar e vai elevando ate chegar no refrão, entregando a batida funk 150 bpm.

Chama Ela é uma produção do Pedro Sampaio e acaba sendo a mais diferente do álbum, o lado pop acaba gritando bem forte, mesmo que seja uma faixa com predomínio de funk. O refrão apresenta não exclusivamente um mesmo ritmo, mas vai mesclando diferentes formas do 150 bpm. Como foi o ”primeiro” single do álbum, creio que por isso ser mais inédito.

Quase Lá já muda o disco, pois é aquele pagode mais melódico, como se fosse uma balad vocal, mas com aspectos mais acelerados, fazendo toda a construção em instrumentos típicos do estilo musical.

Sobrenatural tem um toque menos acelerado, como uma uptempo que não chega aos aspectos de pista como Chama Ela, por exemplo. A construção da faixa sai da linha do funk em sua totalidade, mesmo tendo as entrelinhas algumas referências.

Aquecimento da Lexa é aquela música funk sem letra, apenas para o entretenimento. Como se fosse um álbum mesmo, a faixa serve de interlúdio, se pensarmos assim.

Vai descendo é outra faixa que mescla o pop com o funk 150bpm.

De novo e de novo é uma faixa com o Psirico, ela acaba sendo uma midtempo, mesclando com o pagode, então a faixa conversa mais com Quase lá do que com o resto das faixas.

Treme tudo é uma faixa mais funk melódico, estilo o que a cantora entregou com a Luísa.

Nota: 50/100.

Quando me falaram que o álbum estava coeso, eu não imaginei que era pela falta de criatividade mesmo. Claro, como o funk atual funciona com reciclagens e mais reciclagens de demos que dão ou não certo, então nos contentamos com faixas sem muita profundidade nas invencionisses, com umas ou outras se destacando mais. E pensando que essas faixas serão muito bem aproveitadas em carnavais e festas DEPOIS DA VACINA TER SAÍDO, então alguém pode colocar o álbum todo, ou quase, numa playlist e baile que segue.

Uma aprendizado, sempre ouvir o álbum mais de algumas vezes antes do esqueleto da postagem estar totalmente pronta, só esperando os comentários.

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