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BlackPink Time Machine

Time Machine: BlackPink lança DDu-Du Ddu-Du e cria uma tendência de onomatopeias

E aí, meu povo, como estão? É amanhã que veremos esse full álbum com menos faixas que muito EP por aí!

Há alguns anos, uns dois na verdade, ainda havia uma piada que nem os fãs conseguiam defender: ”BlackPink, o grupo forte de cinco músicas”. Era um consenso entre haters e favs de que a YG cagava com o grupo e só pensava o quão lucrativas elas seriam com fazendo o mínimo de esforço.

Depois de 2017 ter sido um ano terrível para as meninas, em que elas tiveram alguns photoshot para revistas, um único single digital e um reality show, o Pink House (YG é tão estúpida com a administração que a casa do reality está a ver navios, e eles poderiam fazer um pequeno evento lá e fazer como um ponto turístico aos fãs).

Quando, em junho de 2018, YG anuncia o primeio mini álbum da carreira das meninas, o Square One, com 4 faixas inéditas (Claro que a piada de que seria um title e mais 3 versões da faixa título em diferentes línguas caiu na boca dos haters). Mas, não, foram 4 inéditas e um MV que colocaria nos trilhos a carreira delas e o holofote internacional. Quem me vê hoje, nem imagina o quão ansioso eu fiquei para esse retorno, de acordar as 6h da manhã para ver logo assim que lançado (Creio que essa foi o único MV delas que saiu esse horário).

Com isso, recebemos a faixa Ddu-Du Ddu-Du e o sucesso foi meio que instantâneo. A faixa segue uma linha que mescla eletrônico, sintetizadores e cai num refrão tryhard, não tem nada muito inédito para os padrões BlackPink, pois já havíamos visto esse mesmo modelo em Boombayah (Que, por conseguinte, virou uma follow-up dessa aqui até o próximo comeback).

Além disso, essa faixa segue um padrão YG, a música começa clean ou com acordes mais fortes, chega num pré-refrão mais calmo até cair no drop do refrão, tem um break de rap (CL, GDragon, BI ou Booby, Mino e, agora, Jennie ou Lisa), volta ao pré-refrão clean, o drop, uma ponte vocal e encerramos com um final sem parecer final. Apesar disso, esse single aqui aparenta ter um final sem se esforçar muito, porque não é algo rápido, e dá aquela sensação de final, diferente de Kill This Love, por exemplo.

O clipe, por fazer um ano que elas não lançavam nada, era esperado a maior produção por enquanto delas. Isso foi fato, porque elas começaram com esses comebacks anuais como álbuns com o orçamento escorrendo pela tela. Nada de diferente, claro, de outros MVs da empresa, ainda mais que a YG é conhecida por usar o mínimo possível de CGI em suas produções, ou seja, aquele tanque da Jennie e a Jisso pondo fogo em tudo são de verdade.

Isso é até que de se admirar na YG, pois ela faz um trabalho bem feito nesse quesito (Ou que poderia ser facilmente economizado para lançar um MV para as b-sides e render mais hype para elas). Até porque esse mini álbum acabou sendo, por hora, o melhor álbum delas. Pode não ser coeso nem coerente, mas apresenta as melhores b-sides das meninas.

Forever Young acabou sendo trabalhada como sub-title sem ao menos ter sido anunciada assim, porque todo o hype em cima dela foi tão grande que acabou sendo a primeira b-side em anos a entrar no TOP 10 do Melon (Esse recorde só foi batido por Dolphin do Oh My Girl). A faixa acabou sendo o mais inédito delas dentro da própria empresa, porque a faixa é um Tropical House gostosíssimo de ouvir.

O próprio Dougie falou quando fez um review desse álbum. Como o 2NE1 não viveu até o hype do Tropical House, então não sobrou tempo para elas lançarem algo assim. Além do mais, o fato de elas lançarem uma faixa que sai da linha original delas é uma delícia, pois mostra a versatilidade delas. Claro, vai saber o que caiu na cabeça do Teddy para ele produzir um Tropical House desses e não ter feito as meninas lançarem um Special Clip que fosse. Além, claro, da icônica frase ”BackPink is the revolution” que veio e já morreu, pois nunca mais foi usada (Até porque ”BlackPink in your area” é mais marcante).

Really é uma faixa midtempo delas, ela está conversando com o lado balada por ser calma, mas também tem toque animados que vão se aproximando de uma uptempo. Ela tem referências do hip-hop em suas entrelinhas enquanto vai trabalhado com um pouco de retrô aqui, um pouco de reggae acolá, e vai construindo uma faixa que certamente seria um single de outono.

Seguimos com See U Later. Essa já sai da linha das meninas, pois é uma faixa que mescla estilos tropicais, conversando com a sub-title, ou seja, com o tal lado Pink delas. A faixa tem um crescimento bom, ela vai encantando com poucos. O detalhe vem no refrão que não chega a ser um drop, mas cai num hip-hop eletrônico, então vai de você gostar ou não da músicas. Eu acho ela super gostosinha de ouvir. Quando sinto falto do BlackPink e vou escutar a discografia delas, dá para repetir algumas várias vezes até cansar.

Primeiro, achei um erro a versão Black do Square Up ser apenas na versão física, porque eu acho mil vezes melhor que a capa da versão Pink. Segundo, não tem muito mais o que falar do álbum. Ele está longe de ser coeso e coerente, sendo a title de um jeito e as demais faixas de outro, certamente dava para a YG esbanjar menos dinheiro na title principal e colocar um Special Clip que seja para as outras 3. Um MV por mês durante 4 meses, mas estamos falando do Yang e compainha, não tem muito o que se dizer.

Como sabemos, o segundo EP veio 9 meses depois, quase um filho. Além do mais tivemos o Solo da Jennie, a faixa mais literal do Kpop. Contudo, ainda não sei quando trarei um post reservado a ele, espero que logo. Enquanto isso, vamos aproveitando o tempo enquanto o The Álbum não é colocado em nossas indicações.

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