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Loona Time Machine

Time Machine: Loona voa longe com Butterfly

E aí, meu povo, como estão? Eem saber o que fazer de pauta porque ninguém lança comeback?

Ainda falta um pouco menos de um mês para o comeback oficial do Loona, então vamos comentar sobre o segundo mini álbum delas, cuja title se apresentou ser uma sequência daquele monte de teorias que a fanbase Orbit ama de paixão, mas minha paciência não me permite tal deleite. Claro, vamos aos poucos para irmos nos familiarizando com esse comeback.

Eu lembro que na época estava um caos na internet pela demora da BBC para com esse retorno das meninas, uma vez que fazia um pouco menos de seis meses desde o lançamento de Hi High, e a empresa das meninas se mostrou uma péssima administradora, tanto que muitas fanbase encerraram as suas atividades como forma de protesto para a BBC dar um jeito e começar as divulgações decentemente. Mas o que ninguém esperava era que entre Buttlergly e So What seria um ano de espera, né amigos? BlackPink fazendo história (Aliás, deve rolar um time machine das meninas também, já que o The Album sairá nessa sexta).

Buttlerfly foi o primeiro comeback das meninas, e também o primeiro que eu acompanhei o grupo. Com melodias em synthpop, além de pegadas meio groovy e trechos em drops que remetem o instrumento baixo., elas fizeram um hino de libertação. Com referências a borboletas, em que você pode voar como elas para se libertar e ser como você quiser.

Eu me recordo que a empresa decidiu não entrar muito no conceito de teorias para o Loonaverse com esse single, uma vez que a coreografia era forte o suficiente para segurar um MV mais focado na dança. Entretanto, isso não impediu que a direção não aproveitasse também algumas cenas de pessoas aleatórias sendo livres, passando por simbologias que representasse a liberdade. Pelo que vimos em Hi High e veríamos em So What, sim, esse foi o clipe com menos teorias das meninas, mas ainda sim teve alguma coisa para a fanbase fanficar.

Agora vamos a parte que todo mundo detesta ouvir que é a minha opinião mais explícita: meu primeiro contato com a música foi de estranhamento, eu tinha achado os vocais agudos, não tanto como em Hi High, mas ainda me incomodava um pouco, mesmo eu sabendo de toda a representação e importância do MV. Entretanto, nada que uma b-side ou outra que faça você mudar de ideia e gostar mais da title.

Link do álbum no Spotify!

Track by track:

Esse álbum foi um repacked, por conter as faixas do mini álbum de debut das meninas, e mais as adicionais, que eu comentarei aqui com vocês. O álbum começa com XX, a intro que também da nome ao álbum. É uma faixa groovy, com pegadas retrô e em EDM para dar aquele ar nostalgico que as meninas deram com Butterfly, pois era um estilo não muito usado por elas ou pelo Kpop de forma tão refinada.

Abrimos com Satellite, uma faixa melódica, ela é elétrica e lembra muito um estilo bubblegum mais limpo, elas tem um toque mais R&B nas entrelinhas e entregaram uma faixa divertida, com um refrão que cresce conforme passa a música de uma maneira empolgante e viciante. É um single de verão fácil, além de que daria para aproveitar as teorias.

Em seguida, temos Curiosity, uma faixa que segue uma linha semelhante a anterior, ela está entre um R&B e um eletrônico, é uma faixa mais retrô, lembra muito algumas faixas estilo dance house, em que o pessoal coloca nas baladas para esquentar enquanto o pessoal não vai chegando.

Em fim, vamos falar sobre a faixa que me fez gostar da Title. Colors é uma faixa synthpop, ela não tem muitas novidades em estilo musical, além de ficar nesse ritmo quase a música toda, tendo um up no refrão para se destacar dos demais. O que me pegou mesmo foi a coreografia, de tão boa que é. Aquele momento em que as meninas mudam de posição e você fica se perguntando o que aconteceu ali.

Finalmente, encerremos com Where You At. É uam faixa melódica, mas puxada para uma midtempo em synthpop, assim como o resto das faixas, mas aqui tem uma pegada pop mais intensa, lembrando bem músicas balad vocal que o pessoal colocam final de filme. É uma faixa boa, ela tem aquele apelo que vai cativando conforme o refrão vai se repetindo nos Where You At.

Conclusão:

Title: 8/10;

MV: 10/10;

Álbum tracks: 30/30;

Nota final: 48/50.

Considerações finais:

Eu realmente preferi mais esse comeback do que o anterior, tanto pela title quando pelo efeito bias que já existia. Hoje não é muito também, pois não teve uma integrante que chegasse em mim e me desse aquele sentimento de que preciso acompanhar esse grupo por causa dela, assim como foi com Girls’Generation com a Sunny ou o CLC por causa da Elkie.

Talvez aqui seja a Kim Lip, mas ainda falta alguma coisa para eu me empolgar com os lançamentos das meninas e ficar como um fanboy no twitter fazendo inúmeros surtos.

Agora, espero trazer alguns time machine sobre as units e sobre os solos das meninas, veremos como anda o blog futuramente e os lançamentos.

4 respostas em “Time Machine: Loona voa longe com Butterfly”

Em termos de sonoridade, enquanto o ++ era bem diversificado, o XX foi mais coeso. Where You At é minha música favorita de toda a discografia do LOONA, por sinal (sim, incluindo as músicas do período pré-debut).

Sobre as vendas, uma correção: o álbum entrou sim no chart da Gaon, e inclusive passou três semanas dentro do top 10 (com pico de #3 na segunda semana). Pelo que lembro, ele vendeu em torno de 40 mil cópias, o que é um número bom mas um pouco abaixo do ++. Vale lembrar que na época teve aquele escândalo da primeira tiragem ter esgotado na pré-venda e a Kakao M ter demorado muito pra produzir uma segunda tiragem e chegado a se recusar a fazer mais cópias das edições especiais, o que teria comprometido o desempenho do grupo nos music shows…

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Disponha!

Pra ser mais preciso, a Gaon aponta que o XX vendeu em torno de 45,7 mil cópias, atrás das 80 mil do # e das 61 mil do ++.

Por sinal, uma preocupação de parte dos orbits agora é que a BBC decidiu colocar o LOONA pra fazer um show online PAGO um dia depois do lançamento do próximo EP, e com isso, pode acontecer de as vendas do EP serem menores do que poderiam devido aos fãs terem que dividir sua grana entre ele e os ingressos para a transmissão do show… mas no fim das contas, seja pelo EP ou pelos ingressos, o dinheiro vai pros cofres da BBC do mesmo jeito (e, esperamos, parte dele para os pagamentos das garotas também), então pra eles não deve fazer diferença.

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