Categorias
BlackPink Time Machine

Time Machine: Finalmente a YG Entertainment debuta seu novo girl group, BlackPink

E aí, meu povo, como estão? Prontos para ficarem doentes de amor com as meninas PretoRosa nessa sexta-feira?

BlackPink hoje é um dos grupos mais expressivos do Kpop, não tem como negar o alcance mundial delas, a empresa sabe muito bem disso, ou vocês acham que um ano de hiatus é por que a YG simplesmente quer? Sim, é porque ela quer, pois a empresa sabe que o BlackPink lucra muito fazendo pouco (4 anos de carreira para 2 singles álbuns, 1 single digital, 2 EPs e um LP que resultam em 21 músicas, mais 2 feats internacionais e ainda lucrar o que lucram é fazer pouco).

Entretanto, poucos entraram na fanbase logo no debut, apenas conhecendo o grupo quando fomos surpreendidos pela explosão onomatopeica chamada Ddu-Du Ddu-Du. Claro que isso não impediu de todos irem acompanhar os lançamentos anteriores das meninas (Como se houvesse muitos), só que poucos sabem que com esse debut em 2016, era para o grupo ter visto a luz do dia em 2013 com 9 integrantes, incluindo as conhecidas Miyeon do (G)I-dle e uma ou duas integrantes do rookie Secret Number, o qual debutou esse ano com Who Dis?.

Óbvio que podemos entrar em inúmeros problemas quando formos apontar o porque dessa demora do BlackPink em debutar e do porquê de escassos lançamentos. Mas como a fanbase já faz isso diariamente, vamos comentar sobre o debut das meninas com o primeiro single álbum, que continha duas faixas.

O principal single acabou sendo Boombayah pelo apelo comercial. Afinal, YG sempre foi conhecida por estilos mais eletrônicos mesclado com trap e hiphop, em que incluímos essa pitada conhecida de tryhard. Coma uma estrutura extremamente similar a qualquer farofa desovada por grupos antigos, a faixa começa com elas apresentando o nome e a icônica frase ”BlackPink in your area”, seguiam para refrão cantados, mais onomatopeias que causaram um caos com a Lee Hyori tentando repetir, e chegamos num refrão estouradíssimo, em que elas só repetem o nome da música. Por fim, repetem a estrutura e encerram naquele refrão festa doida em que o Teddy chama de ”Preguiça de terminar a demo”.

O clipe já tinha um alto orçamento, assim como vemos em grupos como Big Bang, iKon e 2NE1, mas nada que escorresse por tela dóloras e wons gastos sem nenhum motivo apenas para parecem as Cool for the summer. A coreografia é bem feita, eu acho uma das mais difíceis delas, o que não significa que seja muito também comparada a demais danças que já foram feitas. Mas como a YG sempre teve idols que cantavam ao vivo sem a base, era nítido que a coreô não poderia cansar muito.

Para quem não sabe, a coreô foi motivo de polêmica pelo uso de passos e danças indígenas, como o chamado com a mão na boca ou no segundo refrão em que elas dançavam em círculos. Contudo, não lembro de foi alguns indígenas masi engajados com a internet que viram e apontaram, ou foi a fanbase internacional mesmo. Mas se pensarmos que o (G)I-dle teve o mesmo problema com o Cover de Fire ano passado, então a fonte da para relevar.

O segundo single desse álbum foi Whistle, uma faixa mais pé no chão, que sai da curva do que a YG costuma desovar com single oficial. Por causa disso, ela acabou sendo menos comercial que a faixa companheira, tanto que se vermos as views de ambas é bem diferente, com diferença de 400 milhões. A faixa acaba sendo mais digerível para quem não gosta de pancadão, mesmo que o refrão seja um drop mais ameno e que elas também só ficam na onomatopeia.

A estrutura dela é também mais clean, não tem estouros alguns, e chega a ter um final, diferente de Boombayah.

O MV é bem feito, é muito legal de se ver, porque as meninas vão intercalando de cenários, vão colocando diversas cenas para preencher espaço. Não tem uma história por trás, mas conseguem entregar um clipe que chega a ser nível YG, mas sem estourar tanto assim.

Para um debut, a YG acertou bastante. Hoje, vendo a sequência de singles de debut da 3ª geração da empresa, as meninas saíram na frente com muito mais força, iKon teve um debut para lá de genérico e o Winner era o grupo conceitual que mudou porque a Coreia não mais engolia os boys vestidos com terno e gravata cantando balada vocal. E vendo como o Treasure debutou, o novo GG da empresa, as ainda desconhecids Baby Monsters, não será difícil bater esse debut.

Mas voltando a falar do Square One, a primeira parte de 4 Squares antes do primeiro álbum, ainda não definido como mini ou full álbum (Para vocês verem que o sucesso delas fez a empresa mudar completamente a estratégia de debut). Foi um debut bom, a Coreia deitou na hora e o mundo foi com o tempo, então as meninas tem o seu mérito em estar no topo, mesmo com tdas as dificuldades que a YG tem colocado no meio do caminho.

Para quem não sabe, há um rumor do projeto de debut das meninas, até onde fontes me entregaram, seria 4 single álbuns: Os Squares One, Two, Three e Four. Sendo o One com Boombayah e Whistle, o Two com Playing With Fire e Stay. O terceiro é uma surpresa, mas como já ”vazou” que Forever Young, Kill This Love e Hope Not são faixas de descarte desse projeto, então imagino que Forever Young estaria com As If It’s Yous Last e que o Square Four seria Kill this Love e Hope Not. Todavia, são apenas especulações de agentes ou staffs da YG que caíram fora e saem soltando essas informações, mas não sabemos mesmo se é verdade ou não, pois não passam de rumores.

Agora, só nos resta imaginar como seria a discografia do BlackPink se a YG não agisse como agiu com o 2NE1, que morreu com 2 EPs e 2 LPs na discografia.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s