Categorias
Álbum Review Super M

Comentando “Super One”, o primeiro álbum de estúdio do SuperM

E aí, meu povo, como estão? Sabadou com S de Saturday?

Ontem comentei sobre o comeback oficial do uperM com seu primeiro álbum de estúdio antes do Baekhyun e o Kai baterem perna para o Exército. Não sei vocês, mas eu sinto quando mandarem os dois para o exército e quando os EXOs e SHINees que voltarem do exército a SM vai socar nesse grupo para tampar buraco. Afinal, como o SuperM é mais visto como uma unit do NCT feat. homens da SM, não seria ilógico, mesmo a fanbase surtando.

Mas deixemos isso de lado e vamos comentar sobre esse full álbum dos meninos.

Ontem, eu nem cheguei perto da tracklist do SuperM para saber que a title One foi a união de duas outras faixas do grupo, depois que o Dougie, o Arthur e o Wendell soltaram isso que eu fui me tocar. Mas vamos comentar separadamente sobre cada uma.

Infinity tem aquele ar de música épica de filme de super heróis, eu mesmo vejo como trilha sonoro de algum filme dos Vingadores, então surpresa alguma eles terem ido por esse caminho. Depois de um tempo, fui me acostumando com elas separadas, porque inicialmente foi mais estranhamento do que com a própria title.

Monster foi a escolhida para fazer a primeira parte e segunda parte da música, deixando o refrão e a brigde para Infinite. Analisando a música, ainda bem, por mais que as faixas apresentem similaridades em suas estruturas para que ocorresse essa conexão, Monster ficou mais desconexa que Infinite, como se Monster e Infinite fossem pensadas somente após One ter sido elaborada (Conhecendo algumas titles da SM, isso não é difícil).

Ambas faixas conversando com aquele eletrônico tryhard que o Shinee abandonou lá em Everybody, mas fielmente está revivendo nesse SuperM, sendo que o EXO e o NCT nunca chegaram abandonar esse estilo. Eles mesclaram trechos de trap e hip-hop para dar aquele ar americanizado.

Wish You Were Here foi uma virada brusca de chave, pois os meninos foram para um R&B tropical gostoso, daquele tipo de faixa que vejo a SM alugando alguma ilha ou hotel paradisíaco a fim de que os meninos fiquem besuntados de óleo bronzeador para intensificarem os músculos. Big Chance é a faixa Disney deles, com aquela pegada tropical, com toda a estrutura voltada ao verão, num modo mais tropical de falar.

Better Days é outra faixa Disney deles, em que cantam sobre querer dias melhores numa melodia bem melodramática de High School Musical após algum término de relacionamento sem sal que a fanbase força. Together At Home tem uma virada de chave interessante, pois tem um lado mais retrô na faixa, bem música que, sei lá, o NSync lançaria como álbum track, ou single despretencioso, apenas para fazer presença do nome deles.

Drip é um trap mais básico, ele tem acordes suaves, não empolga muito, nem quando se aproxima ou chega ao refrão. Line’Em Up conseguiu ser uma faixa bem mais bagunçada que as próprias faixas, porque misturaram retrô, numa faixa trap em que o refrão é um instrumental semelhante aos usados em algum lugar ali entre Egito e Oriente Médio.

Uma faixa chamada Dangerous Woman parecendo um descarte do Xuxa Só Para Baixinhos se ela cantasse trap, achei divertido. Sobre a música? Dispensável. Step Up parece alguma música que o Baekhyun colocaria em sua tracklist, é uma faixa mais club house retrô, chega a ser divertida, mas não cativa muito.

So Long é uma bside com cara de b-side mesmo, ela chega a ser dispensável se não fosse os toque mais melódicos dela, é bem genérica toda a construção em sintetizadores desnivelados. Por fim, temos With You, que parece uma faixa o Shinee, principalmente aquelas do álbum de 10 anos do grupo, um retrô animado.

Nota final: 60/100.

Esse álbum foi bem difícil de dar uma nota, porque eu não gostei nem de 5 músicas direito, mas não tem como negar que é um álbum coeso e coerente, todas as faixas em cima do trap e do hip-hop enquanto vai permeando por estilos que o Estados Unidos vem engolindo, como tropical house, o club house e o retrô, além do conhecido eletrônico.

É uma pena que as faixas chegam a ser tão genéricas nesse ponto, pois algumas passam longe de serem cativantes, no máximo toleráveis. Como falei ontem, o que me segura aqui é o Taemin e o Baekhyun as vezes, até a próxima demo que o Bieber perder e ele lançar como comeback.

Agora aguenta eles com esse contrato com a Marvel.

Publicidade

Uma resposta em “Comentando “Super One”, o primeiro álbum de estúdio do SuperM”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s