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Weeekly, as filhas do Apink, entregaram um aegyo crescido em seu debut

Após Apink e Victon, vamos para um novo grupo da Play M…

Com o Apink completando 9 anos e o Victon saindo do flop, eu acho, com a participação de alguns no Produce X 101, e um deles parar na line-up final (O resto da história nós sabemos), estava na hora da empresa lançar mais um grupo para jogo. E a escolha da vez foi o novo girlgroup Weeekly (Para que tanto E?!), que viria para compor a nova geração da empresa. Será que elas conseguirão o mesmo apelo que Apink teve no início da carreira e perdura até hoje?

A track Tag Me consegue puxar o aegyo, mas não é 100% fofura como Oh My Girl ou Apink entregaram, mas também nao é um teen crush que ITZY e Weki Meki nos mostram a cada comeback. O instrumental puxa o bubblegum, mas mostra algo festivo, tem um drop no break de rap que puxa para o hiphop, mas é tão bem costurado que não fica estranho.

O MV é bem aquilo que esperávamos, algo colorido, divertido, com elas bancando as estudantes colegiais em vários cenários. O mais divertido da coreografia é o uso de carteira e cadeira para a evolução dos passos. Como isso ficará nos music shows, a partir de amanhã nós saberemos (E isso pode ser um atrativo muito grande para as meninas, por inovarem nesse ponto).

Link do álbum no Spotify!

Track by track:

O EP começa com Weeekly Day, uma intro divertida, bem white aegyo puro. A primeira faixa em si é Universe, algo bem mais retrô, bem funky, com um saxofone no início, que foi segurando até o refrão, que não estoura, ficando linear. Certeza que uma coisa para explosiva seria mais atrativa. Hello também grita white aegyo, bem o que grupos nugus entregariam naquela fase em que Twice e IOI deram uma de doido e soltou as mais diferentes pérolas desse estilo.

Por fim, encerrando com a 5ª faixa, temos Reality, uma midtempo mais suave, com toques angelicais. Ela tem ritmo carregado pelo violão e por sintetizadores bem leves, tudo muito sutil, quando você vê, a faixa já passou e você nem sabe que ela terminou.

Conclusão:

Title Tag ME: 8/10;

MV Tag Me: 8/10;

Álbum tracks: 18/30;

Nota final: 34/50.

Considerações finais:

A title chama mais atenção que as tracks do EP, então fica um debut bem morno se você for analisar todo o conjunto agora. Claro, as apresentações em talk show podem dar aquele up, por causa da coreografia. De resto, é esperar para saber de vou ou não me cativar pelo grupo.

***

Sairei do tema principal, mas isso é mais importante.

Pessoal, para quem me acompanha nas redes sociais, sabem que eu me posiciono em muitos casos, eu não poderia deixar de relembrá-los da situação em que estamos passando, com os protestos nos EUA, no Brasil e em demais lugares do mundo. Estou fora do meu local de fala e posso fazer pouco perante isso. Contudo, não podemos esquecer que o pouco que façamos já é uma ajuda, mesmo que dentro da nossa limitação.

Para ajudar o Black Lives Matter, acessem o site e vejam o que é possível para ajudar na causa, mantenham-se informados, compartilhem isso. É o que peço, muito obrigado, e até um próximo post.

3 respostas em “Weeekly, as filhas do Apink, entregaram um aegyo crescido em seu debut”

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