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Minha playlist: Músicas que foram do ódio ao amor (Parte 2)

Hoje é domingo, dia de fazer vários nadas e soltar uma pauta bem aleatória sobre os meus gostos duvidosos sobre as músicas que eu não suportava, mas hoje escuto com certa frequência, ou não. Então, vamos para mais uma playlist de músicas que foram do ódio, ou desgosto, para amor ou apenas indiferenças de sua existência.

Loona – Butterfly

Butterfly foi o primeiro comeback como um grupo completo do Loona e elas tinham passado por algumas perturbações com a empresa BBC mostrando que não é nem um pouco gente boa como aparentava ser. Disso, recebemos esse single como o primeiro repacked do grupo. O meu problema, inicialmente, foi com a semelhança vocal com Hi High, que até hoje eu não suporto por achar o timbre vocal delas usado ser muito estridente, principalmente no refrão. Contudo, diferente do debut, Butterfly acabou me agradando aos poucos, e hoje escuto a música ser ter o certo asco que eu tinha nos meses seguintes do debut (Talvez escutando algumas b-sides me fez mudar de ideia também).

Ed Sheeran – Castle on the Hill

E vamos com um dos ruivos mais aclamados de todo o pop atual. Castle of the Hill tinha uma apelo comigo bem diferente do que o single que saiu ao mesmo tempo, que foi Shape Of You. O detalhe da música não foi nem ser o Ed Sheeran, mas que comparada ao estilo de SOY, eu não gostava, ainda acho uma música muito comprida, principalmente quando ele apresentava em premiações, o que aconteceu uma ou duas vezes. Porém, o que me criou certo apresso por ela foi a saturação de Shape Of You e a minha incessante tentativa de gostar das demais músicas apenas para eu arrastar na lama as tentativas de Shape Of You hitar ainda mais. Claro, não deu muito certo, até porque o álbum Devide é bem chatinho, e salvam 3 de todas as músicas, e COTH está entre elas.

Twice – Cheer Up

Claro que algumas músicas do Twice estarão aqui, ainda mais para quem leu minha longa, ou nem tanto, história com elas. Por ser o primeiro comeback delas, e eu gostar muito do debut, então fiquei bem incomodado com a mudança sonora e visual que elas tiveram, além de que a transição dos versos ao refrão não é feita de maneira natural e crescente, há uma quebra de estilo, tanto que o refrão certamente é mais teen crush do que o resto do aegyo que a música é. Atualmente, eu consigo ter maior agrado pela música, além de que o amadurecimento delas ajudou bastante.

Taeyeon – City Love

“Mas o quê?! Uma música da Taeyeon aqui?!” Isso mesmo, povo, nem a minha solista favorita saiu ilesa desse tipo de pauta. O problema de City Love não está na música em si, mas no conjunto que ela está. O 2º álbum de estúdio dela é ótimo, quase perfeito, do início ao fim. E enquanto temos LOL, Here I Am e Love You Like Crazy como perfeições musicais, temos City Love como uma água com açúcar. Ela é gostosa de ouvir se estou numa paz interior, não se estou ou em estado de raiva ou tristeza profunda.

G-Dragon – Coup D’Etat

Essa aqui é engraçada, porque foi na época em que minha birra com a YG surgiu. Por que da birra? Precisa realmente explicar?

Então, a música é qualquer coisa que eles lançariam, tanto que o vocal dos outros 4 cabem em qualquer canto dessa música, mesmo que os vocais do GD sejam bem único naquele meio (Até o Mino do Winner surgir). Hoje a música tem certos pontos comigo, mesmo que eu ainda ache comprida (Assim, tem 3 minutos, mas parece que se aproxima dos 5).

PKCZ feat. CL & Afrojack – CUT IT UP

Essa música quando saiu tinha o apelo maior por ser com a CL e ela engolir mais da metade das músicas e ser algo que a YG lançaria como single dela pessoal. O detalhe foi que eu achei o instrumental muito bagunçado quando ouvi (E isso vindo de alguém que gosta de Zinzalabim é algo que não precisa ser ignorado). Claro, é questão de costume até estar, como diz Rocket Punch, só bouncy no chão e cantando cut it up, cut it up!

The Boyz – D.D.D

Por último, mas não menos importante, temos DDD do The Boyz, atualmente participantes do Road To Kingdom, o grupo mais cotado para ganhar. Claro, quem vê eu descendo a lenha nas apresentações dark concept deles no reality, deve me achar doido por não gostar de DDD inicialmente. Mas o detalhe é que eles sempre tiveram melodias mais genéricas, fazendo o básico em relação aos demais BGs, sem aquelas papagaiada de teorias e tals. Mas como era uma follow-up de Bloom Bloom, eu estava meio vacinado desse estilo, então me agradou mais rápido que a anterior, que nem em meu celular foi parar. Atualmente, eu preferiria eles fazendo isso no reality do que bancando os bad boys que usam preto.

E essa foi mais uma playlist para vocês se deliciarem, ou não. Aliás, só não faço uma lista oficial ou no youtube ou no spotify porque as músicas não conversam e não sou uma pessoa que atualiza isso com muita frequência (Isso se eu não apagar do nada por cansar delas ocupando espaço).

Um bom domingo, cuidem-se, fiquem em casa, bebam água, façam yoga para relaxar, a saúde mental de vocês é muito importante.

Link: Do amor ao ódio – Parte 1.

2 respostas em “Minha playlist: Músicas que foram do ódio ao amor (Parte 2)”

[…] Claro, eles não inventam em nada, mas NBTM acaba sendo uma música boa e, como eu disse, vi nela uma tentativa de um Fake Love do BTS, mas com um apelo maior, não sei porque. O MV também dá essa impressão de quererem algo mais dark, conceitual, com historinha no fundo e, como sempre falo, que não fica apenas preso ao roteiro brisado que elaboram. E, óbvio, eles conseguiram algo mais palatável do que FL conseguiu comigo no início (Provavelmente, quando chegar na hora, ela aparecerá nos meu Do Ódio ao Amor). […]

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