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Minha Playlist: Músicas que foram do ódio ao amor

Hoje é domingo, pé de cachimbo, e dia de pauta aleatória para preencher o dia enquanto ninguém faz comeback. Claro, foi dois resumões de álbuns em menos de duas semanas, então vamos deixar acumular. Disso, vou falar de algumas músicas que fora do ódio ao amor comigo. O que isso significa? Que eu tinha asco, mas hoje eu ouço de boa, ou até virou minha paixão.

Winner – Ah Yeah

Para quem não acompanhou o blog antes do apagão, ou até mesmo leu o resumão de ontem, sabe que a minha impressão com o Winner não é das melhores, uma vez que a YG decidiu tirar do iKon o papel de grupo palhaço e socar no Winner que sempre teve uma imagem mais centrada. Claro, uma virada e amadurecimento é sempre bom, mas não o infantilização ridícula que fizeram com eles. Ainda Really Really e Everyday são maduras, por mais tropical house e alegres que sejam, mas Ah Yeah, além do clipe infantil, o próprio nome entrega uma onomatopeia preguiçosa. Comecei a gostar por causa da sub-title, Molla, e com o passar do tempo vendo algumas vezes a música em um canal de charts de kpop que acompanho. Disso, hoje vejo a música com olhos menos agressivos, mas por ter Soso como comeback seguinte, fica difícil eu dizer que é uma música aceitável para se ter no catálogo.

Nicki Minaj – Anaconda

Não digo que sou fã oficial da Nicki, porque algumas músicas não me agradam, o que costumar ser a maioria, principalmente pelo estilo hip-hop/rap/trap que não me agrada muito. Contudo, há algumas que misturam com bubblegum ou estilos mais pop eu confesso que amo demais. Agora, o problema inicialmente com Anaconda foi pela letra e clipe explícitos que, em uma época em que eu era mais tímido do que sou hoje, em que eu era extremamente fechado para muitos assuntos, meio que me surpreendeu essa música e clipe. Hoje, eu acho é, na verdade, engraçada toda a construção e como, pelas palavras dela, como a música foi feita apenas para a diversão. Claro, a própria Nicki disse que se arrepende da gravação de ambas as partes por não ver com os mesmos olhos hoje. Então, resta-nos aceitar nunca ver a música em um setlist ou ela despirocar novamente e lançar a versão 2.0

Katy Perry – Birthday

Em uma época em que eu começava a acompanhar pop e tals, eu não sabia da existência de álbuns e LPs. Então, o lançamento de Birthday foi inesperado, ainda mais que tivemos Dark Horse antes, um dos clipes mais bem produzidos da Katy. O que me pesou foi a escolha dessa música enquanto tínhamos Walking on Air e Legendary Lovers na tracklist do Prism. Disso, eu não sentia nada por essa canção, era apenas uma apatia terrível que eu preferi sempre ignorar até um dia eu ouvir despretensiosamente e gostar. Não é uma que vai parar no meu repeat, mas é uma que ouço sossegado (As vezes, também…).

Pink – Blow Me

Pink sempre foi uma cantora que eu gostava de todas as músicas, mesmo depois de ouvir Blow Me, ainda mais com Trouble e Try na discografia. Agora, se me perguntarem o motivo de eu odiar Blow Me, eu não faço a mínima ideia. Sempre achei uma música chata, insuportável, uma melodia horrível e que não condizia com o que eu via na Pink. Disso, o single próximo foi Try, somente então eu fui dando alguma moral para Blow Me, talvez não pela divulgação pesada, mas por até que gostar. Hoje escuto com uma tranquilidade, sem aquela ira interna que eu não sei explicar.

Oh My Girls – BUNGEE (Fall In Love)

Para encerrar essa playlist, que espero fazer continuações, falarei de Oh My Girl. Quando saiu essa música, eu fiquei perdido no que elas tentavam fazer, porque eu comecei acompanhar o grupo com Remember Me, que seguia a linha aegyo, mas sem escancarar tanto assim. Depois, veio The Fifth Season, a melhor música delas para mim, e aí me vem essa coisa açucarada? Eu fiquei bem blé sobre a música. Claro, o grupo rankeou em alguns charts, por isso eu acabei acompanhando e, no final, acabou indo para algumas playlists assim como Ah Yeah.

Bom, por enquanto é isso, um bom domingo a vocês, e se cuidem! Até uma próxima pauta.

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