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Time Machine: O Primeiro Win do CLC

Aproveitando que o Loona ganhou seu tão sonhado 1st Win nessa semana, da mesma forma inesperado que o CLC ganhou ano passado, vamos aproveitar a falta de comebacks com mais um Time Machine.

E é óbvio que eu vou rasgar elogios ao CLC porque é um grupo maravilhoso que a CUBE simplesmente cagou no gerenciamento dele e que poderia ser muito mais do que é hoje, por exemplo. Como tivemos um apagão dos meus posts, e não lembro nada do que foi escrito, vamos falar então sobre o CLC e o tão aguardado Win da carreira delas. Claro, vamos falar também do mini álbum delas que as levou a isso.

Quase 1 ano em hiatus desde o lançamento da perfeita Black Dress, recebemos o comeback tão aguardado com o novo EP das meninas, com 4 b-sides e a title track NO. Produzida pela Soyeon do (G)I-dle e escrita pela Soyeon e a Yeeun do CLC, a faixa traz uma letra de empoderamento, com cenas fortes das integrantes bem bonitas, cheias de si, uma fotografia ótima para um cenário um pouco menos elaborado, como vamos perceber se repararmos em Senõrita ou Shalala. Contudo, tudo ali tem um detalhe, que acompanha o estilo eletropop e uma farofa menos tryhard do que Hobgobling ou Black Dress trouxe.

A cena das flores queimando é bem simbólico, assim como elas fechando o que as coloca em um padrão em um caixão (Só faltou o caixão pegando fogo, mas aquilo deve ser de uma madeira pura carérrima e que custou a maior parte do orçamento, então melhor não).

Também recebemos o tão mini álbum (Vamos ficar confiante que o tal full álbum vem esse ano, põe na mão da Yeeun e vamos!). Para quem acompanhou meus reviews de 2019, podem notar que esse foi, para mim, o melhor mini álbum de 2019 disparado e ninguém me tira isso da cabeça. O EP abre com Show, um eletropop alegre que entrega sintetizadores em uma pista bem agitada, recebeu uma coreografia no showcase delas (Mas não no canal oficial! Orra, CUBE!).

Depois, recebemos Breakdown. Essa me surpreendeu quando eu ouvi pela primeira vez, porque pelo álbum preview eu jurei que essa seria um porre de ouvir pela batidinha mais calma. Contudo, ela entre esse pop retrô mais moderno, que parece b-side para gastar com final de era se fosse no ocidente, mas que seria muito bem vindo com uma dancinha mais sensual e clipes com elas vestidas de roupão e tals (Isso numa ilusão de que a Coreia não é chata para qualquer coisa). Em seguida, tomamos um up na cara com Like It, também um eletropop, mas seguindo para um lado dark (Eu super vejo elas pegando aquele conceito que o Oh My Girl soltou em Twilight no Queendom e com um toque mais sensual e empoderado). Teve coreografia, teve impacto, teve perfeição.

Por fim, encerramos com I Need U, que também segue a linha eletropop, mas com um toque mais eletrodance, o que deu um ar novo e muito agradável para a última faixa do EP.

Conclusão:

MV: 9/10;

Title: 9/10;

Álbum Tracks: 30/30;

Nota final: 48/50.

Considerações finais:

Por que o MV não tomou nota máximas? Por que comparado os MVs futuros de grupos da empresa, esse faltou uma edição amais, não que a que recebemos fosse pouca (Mas Senõrita a CUBE gastou bastante naquele fundo verde… CLC também não lucra muito, então é compatível). Title também não tomou nota máxima porque no dia do lançamento, por mais que eu tenha gritado “QUE HINO!” da hora que lançou, eu estranhei no início. Claro que essa nota seria menor no dia, mas hoje ficam com o 9 dela.

Então, vamos falar do tão aguardado Win delas. Com quase 5 anos de grupo, nem em sonho elas ganhariam um tão cedo, mas os Cheshires não desistem tão facilmente assim. Na segunda semana de divulgação, a concorrência era mais fraca, então era propenso as meninas terem uma posição mais forte. Claro, como tudo dependia de quem ia para o TOP3 com elas, então fica muito duvidoso.

E, felizmente, elas ganharam 2, ambos no The Show, em duas semanas seguidas (O da 2ª semana foi mais concorrido, tínhamos Dreamcatcher na concorrência). O discurso delas foi impecável (Em 4 linguas são para poucos, né? Coreano, Chinês, Tailandês e Inglês), eu choro só de ver o vídeo e pensar o que elas passaram para chegar aqui (Rola rumor que Hobgoblin só saiu do papel porque a HyunA unhou o grupo e porque a Sorn fez uma apresentação ao CEO que esse conceito girlpower era melhor do que o aegyo! Olha o nível do desleixo da CUBE!). Então é emocionante ver as meninas desse jeito, eu só tenho muito a agradecer as meninas. Por mais que eu tenho acompanhado o grupo somente a partir de Hobgoblin, a discografia delas é uma das mais diferenciadas de todo o kpop.

Então esse foi o nosso Time Machine, teremos mais enquanto o corona evitar que meio mundo de fazer comeback… Cuidem-se, por favor!

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