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Álbum Review: IZ*ONE — BLOOM*IZ

IZ*ONE foi um grupo formado após a 3ª temporada da série Produce, o Produce 48, em que tivemos a participação de algumas integrantes do AKB48, um famoso grupo no Japão. Disso, as bonitas tiveram seu grande comeback com Fiesta depois de muitos problemas com o primeiro full álbum. Pelas prévias, eu juro que isso será um fiasco. Contudo, será que realmente é?

MV e Title:

A title é Fiesta e, como eu disse no post do comeback, é uma faixa difícil de classificar o que é. Aliás, todas as músicas do grupo assim são, ainda mais que elas são uma mescla de diversos estilos que compõe o conceito do grupo. Com uma melodia que remete muito a um festival, bem festa, temos um crescimento bom, com pegadas de EDM clássico com referência de trompete eletrônico, além dos sintetizadores que compõe toda a estrutura. O melhor é o break, que dá possibilidade para uma coreografia ainda mais complexa, talvez a mais difícil até agora do grupo.

O MV está impecável, trouxe toda a essência de festa, de festival, bem colorido, que chama atenção, que te deixa preso em cada momento. Coreografia, como eu disse, deve ser a mais difícil delas e eu já estou ansioso para aprender.

Track by track:

Com um total de 11 b-sides, começamos com Eyes, uma midtempo eletrônica gostosinha de ouvir, ela não estoura em nenhum momento, mas tem uma evolução boa, principalmente pelo refrão não ser somente o instrumental EDM, tendo também vocais. A próxima é Dreamlike, também uma midtempo, que segue a mesma linha de construção da anterior, uma pegada EDM, mas sem estourar realmente em um refrão totalmente eletrônico.

Talvez a melhor do álbum, AYAYAYA segue uma linha que Rumor seguiu ano retrasado, uma melodia que gruda na cabeça com referências japonesas, talvez, pois segue um instrumental leve, porém sem sair do eletrônico refinado que apenas IZ*ONE carrega com estilo. So Curious lembra música tema do Mário, so sorry quem não gostou da comparação… Na verdade, eu já devo ter jogado algum jogo da Moranguinho que tinha esse 8-bit como temárica. Essa b-side tem toda a pegada eletrônica açucarada que cansa a beleza um pouco, mas ainda assim é uma boa música.

Spaceship também segue toda a linha 8-bit da anterior (Nintendo está perdendo uma ótima parceria). Destiny já é a baladinha com melodia de banda ao fundo. You & I também é uma baladinha, mas dessa vez com apenas piano e violão ao fundo. Daydream já deu aquela crescida e voltamos com uma uptempo retrô, bem barzinho indie em que tem uma bateria, um baixo e o vocal.

Pink Blusher já exala música filler, pois não sai do básico do aegyo eletrônico que metade dos grupos de Kpop tem em suas músicas (Eu senti uma vibe Flyers do Girls’Generation). Someday é outra balada vocal com piano de instrumental. Open Your Eyes encerra o álbum muito bem, porque segue a linha eletrônica do grupo, com um refrão sem muito vocal, dando um ar mais novo ao álbum, com muita referência de instrumentos orientais, além de não entregar mais uma balada vocal.

Conclusão:

Title: 9/10;

MV: 10/10;

Álbum Tracks: 52/80;

Nota final: 69/100.

Considerações finais:

Metade dos WIZ*ONEs vai me matar pelas notas baixas que eu dei para as álbum tracks e, por consequência, para o comeback das meninas. Entretanto, vamos explicar um pouco de cada uma. A title é boa, mas como eu disse, não é nada inédita para as titles das meninas. Não é culpa delas, mas da empresa. O MV ninguém tem o que questionar, segue a proposta do título Fiesta e entrega um festival de cores e coreografia. O problema, realmente, vem no álbum. Desde músicas que seguem a mesma estrutura que todo o kpop usa, como as baladas Destiny e Someday, temos o filler Pink Blusher, e algumas músicas que parecem follow-ups de algumas faixas que estão dentro do próprio LP, como Dreamlike de Eyes e Spaceship de So Curious.

O grupo tem uma marca própria, creio que ninguém nunca conseguirá realizar esse mesmo tipo de conceito com tanta perfeição sem cansar em nada, falando quase que exclusividade das titles. Sabemos que se IOI ainda tivesse vivo, elas e IZ*ONE estariam batendo martelo de quem conduz as influências do Kpop e Twice que lute. E essa foi a análise do álbum, espero que tenham gostado e até uma próxima.

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