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Gfriend faz seu comeback com um total de zero inovações

Desde que a Source Music teve sua fusão com a BigHit, era esperado algumas mudanças ou no catálogo ou na videografia de suas novas contratadas. Será que realmente houve essas mudanças esperadas? (O título entrega o que eu acho, né!).

O problema das músicas do Gfriend é que, a partir dos primeiro segundos, você consegue descobrir todo o andamento da música, desde o refrão até a bridge. Claro, se há uma mudança boa, ou algo que surpreenda, é um lucro a elas. No entanto, não é isso que vemos em Crossroad, o single de retorno dela. Basicamente, é uma Time for the Moon Night e uma Sunrise com menor orçamento, a melodia trilha sonora de final de anime fica cansativa durante todo o momento em que ela toca, o refrão não parece refrão. Não é bagunçado, mas é óbvio demais, então perde o charme, entendem? Ainda mais se é um estilo que não dialoga muito com aqueles fora do fandom.

O Mv percebe que possui algo amais, um dinheiro no caso, mas sei lá, o MV de Sunrise é bem melhor que esse aqui, não sei se é pela falta de coreografia durante todo o clipe, ou se é porque isso ficou a cara do que o BTS lançaria, como tivemos em I Need U ou Spring Day, um monte de cena cortada, com todo mundo tentando atuar e todos juntos em um parque com aqueles fogos em mãos. Nada original, mas o esforço foi excelente.

Tivemos junto um mini álbum, que começa com a track Labyrinth. Iniciando como uma pista dançante com sintetizadores, ela tem um ponto forte por ser mais animada e mais original que a title, tanto que eu penso em pôr essa música em minha playlist, o que é difícil. O refrão em EDM é tão gostosinho e, por não ser comprido, não cansa. Here We Are é uma midtempo, com acordes ainda no sintetizador, parecendo algo que uma banda de barzinho indie tocaria. O refrão tem uma evolução que grita música épica, é bem delicada em sua estrutura.

Eclipse também parece encerramento de anime, desde o violino ecoando pelo instrumental todo até o vocal mais agudo. Essa possui um toque latino bem no fundo, como se fossem castanholas ao fundo, dando um ar mais novo, mas nada que saia do estilo proposto. Dreamcatcher é a midtempo voltada para uma baladinha aguada, coisa que elas lançariam se quisessem fechar era ou apenas para ser filler. Por fim, From Me encerra o EP, com um violão e piano como construtores de sua forma geral. Sem nenhuma coisa que chame tanta atenção assim.

Assim, eu não esperava nada de diferente, ainda mais que sempre batem o pé falando que a BigHit apenas seria a sede e a Source Music continuaria seu trabalho. Que a BigHit deu uma mão no orçamento do MV, isso é verdade, só achei que teria mais daquela coisa mágica como teve no início, com o relógio, um CGI forte. Teve muita teorias e, dependendo do que os fãs acharem mais plausível e hitar futuramente, os roteiristas e produtores da empresa dão um jeito de encaixar numa linearidade que só eles enxergam.

Até um próximo post, beijinhos!

Uma resposta em “Gfriend faz seu comeback com um total de zero inovações”

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