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Retrospectiva 2019: Os melhores álbuns do ano

Para encerrar a retrospectiva do ano passado (finalmente), apesar de ter muito mais do que eu queria dizer, vamos falar dos melhores álbuns de 2019 segundo a minha humilde opinião. Claro, serão poucos porque eu classifico um álbum como bom segundo o meu gosto quando eu gosto de todas ou da maioria das músicas. Claro, se o seu fav lançou duas músicas e eu gostei apenas de um, não chega nem perto da maioria, né?

95/100

Vamos começar com um dos mini mais aguardados pelos fãs. Depois de um ano em hiatus, CLC viu o rookie da empresa levar Win logo nas primeiras semanas de divulgação, viram o comeback La Vie en Rose indo para as IZ*ONE, então era meio desesperador as meninas socadas no porão sem fazer nada. Então, era esperado uma maravilha de álbum em seu retorno. Assim, o No.1 é uma preciosidade enorme porque eu amo todas as músicas, não tem uma com defeito, todas poderiam ser titles facilmente, sem problema nenhum. Demorei para gostar de NO? Sim, mas isso não vem ao caso, pois eu me viciei nela nos dias seguintes.

80/100

O tão aguardado álbum da Tae era esperado para o ano passado, mas devia faltar alguns toque finais ou detalhes que deixassem a SM divulgar de forma correta. Claro, Love You Like Crazy era a faixa mais esperada por mim, tanto que eu a ouvia muito mesmo sem o lançamento oficial. Disso, quando saiu o single álbum Foru Seasons e Blue, jurei que a faixa tinha sido engavetada. Entretanto, o anúncio de um FULL álbum e a tracklist liberada com essa preciosidade lá eu fiquei eufórico. Claro, eu esperava ela como title, mas por ter sido vazada, era esperado não ter sido (Mas poderia rolar um MV preparatório como foi I Think I do Super Junior). Assim, tivemos Spark como title, perfeita, maravilhosa, um deleite aos olhos e muito mais. O resto do álbum, umas mais, outras menos, mas eu escuto inteiro sem parar. Teremos review do álbum, já que a bonita vai lançar repacked amanhã.

70/100

Olha, esse The ReVe Festival foi um amor e ódio por todos do Kpop, porque era Zinzalabim, Umpah Umpah e Psycho como titles, repacked no final, MVs de altíssimo custo em um, baixíssimo custo em outro, lançamento surpreso na véspero do natal, músicas experimentais a rodo, b-sides com nome forte e as cinco Veludos Vermelhos de um lado para outro em um caos todo para comemorar 5 anos de grupo. Claro, tem uma ou duas faixas que eu torço o nariz no álbum, mas o trabalho em si é coeso com toda a discografia das meninas e com a ideia principal. Claro, acho que apenas Umpah Umpah destoa porque é a mais digerível depois de Zinzalabim. Psycho veio com o lado Velvet que até hoje não vi elas errando nesse lado, mesmo com Bad Boy sendo a maior delas. Quem sabe não rola uma review futuramente?

85/100

O Flourishing da Chung Ha é um deleite para quem gosta de farofas para todos os estilos. Temos Chica para os fãs de reggaeton, temos Snapping para as kpocs, temos Flourishing para quem gosta te trap/pop e não gosta das letras em coreano, tem Call It Love na ala das baladinhas e tem Young In Love para quem curte vocal e tals. Depois do estouro de Gotta Go, uma EP desse nível era esperado e como ela não decepciona, aproveitemos.

65/100

A minha relação com o I Made ultrapassou os limites de fã, porque no início eu só tinha gostado de Señorita e What’s Your Name, ou seja, nem metade do álbum. Blow Your Mind veio com o tempo (Apesar de eu achar mais enjoativa e injusto essa ter coreografia e WYN não), Put It Straight só fui gostar após a live na terceira fase do Queendom, uma vez que a pegada creepy deu um ar novo. Disso, restou apenas Give Me Your que escuto quando aparece na playlist geral, o que não é sempre. Então gostar de 80% dele durante o ano é até que bom.

90/100

Primeiro álbum não de Kpop da lista, então vamos abrir com essa graça que foi o K-12, o tão aguardado comeback da Melanie Martinez. Olha, eu já esperava uma continuação do Cry Baby, mas não esperava um FILME junto, nem um álbum tão coeso com toda a curta discografia dela e com temas sociais tão intrínsecos, pesados e necessários de falar. Claro, tenho minhas preferências, como The Principal ou High School Sweathearts, mas nenhuma deixa a desejar.

70/100

Teoricamente, é mais um single álbum do que um mini, né dona JYPE? Mas relevemos. O comeback do ITZY era extremamente aguardado, tanto pela imprecisão do que seria o comeback, como do estilo que elas seguiriam. Além disso, o suspense de ser um mini álbum ou um single álbum era detalhe. Claro, recebemos três track novas e dois remix (O remix de Want It é incrível!). Não é o melhor do ano, mas eu gostei muito.

85/100

Surpresa de quem foi de hater do Twice, a quem tolerava, até chegar hoje que amo as titles e as b-sides das Duas Vezes. Demorou muito para o JYP se tocar de que aquele ar aegyo e infantil estava saturando, ainda mais ano passado que era um comeback por mês. Desse aqui, Hot e Girls Like Us são as melhores, mas o apelo do EP é completo.

75/100

“Ó meu Deus, Twice com seus mini álbuns aqui? Corram às montanhas!”

Não é para tanto, mas elas souberam trazer um amadurecimento bem intenso e forte, além de gradual, para a discografia delas. Apesar de não ter um apelo pela maioria, mas a title, Get Loud e Love Foolish seguram bem o EP, deixando ele mais leve, agradável e muito bom de ouvir.

95/100

Vamos encerrar com Everglow. Apesar de ter três músicas, eu gostei das três, então o trabalho é completinho aqui. A title que é a farofa girl power, Hush que é a balada vocal que cativa e You Don’t Know Me é a sub-title(?) que veio para refrescar o visual mais pesado e mostrar um lado mais suave e dócil delas.

Menção Honrosa:

Acho que mensão honrosa serão apenas para alguns grupos. Momoland retornou com um single álbum no final de 2019. Por ser single, tudo foi trabalhado com Thumbs Up. Desse, a versão remix é aquela fritação que eu já comentei tão perfeita que eleva o single, além da title em si. A versão em inglês deixou a letra mais nonsense ever e instrumental é para encher espaço. Além delas, o Bvndit lançou seu mini álbum em agosto/setembro. Por ter reciclado os singles Hocus Pocus e Dramatic, então tivemos apenas duas track novas mais a title Dumb, que é perfeita. Como se fosse um trabalho completo, o EP é forte e diverso, mostrando o talento delas.

Temos também AOA com seu retorno. New Moon trouxe um ar mais maduro delas e não tão sensual como vimos em Good Luck, Like a Cat ou Bingle Bangle. Reaproveitaram Sorry do Queendom, mas casou bem com o conjunto. Temos Dreamcatcher que entreou Piri e Deja Vu em seus comebacks. Ambos os mini álbuns são bons, mas cansa com o tempo por prender na mesma fórmula de jrock.

Por que esses não apareceram?

Alguns devem se perguntar a ausência de muitos grupos, então comentarei de cada um:

BlackPink – Kill This Love (EP): Gostei da title e de Kick It, achei a sub-title um saco de ouvir e eles jogam os vocais das meninas de uma forma aguda demais que cansa e irrita.

BTS – Map of the soul Persona (EP): Dyonisius é a única que salva e deveria ter sido a title.

Monsta X: Dois comebacks, Alligator me cativou com o tempo, Follow e Find You foi na hora, mas apenas isso, pois as b-sides deixam muito a desejar, apesar de serem coesas no quesito EDM.

Momoland – Show Me: Do mini de março, I’m So Hot é a única que salva.

EXO – Obsession: A title deixou a desejar, pois a Trouble tinha mais cara de comeback, mas não tinha apelo comercial nem inédito, além de ter muito filler no LP.

DIA – Newtro: O único comeback do DIA foi maravilhoso, Woowa é demais. Porém apenas uma ábum track cativou e não é sempre que eu escuto.

Qualquer EP/LP do Ateez: Olha, grupo com farofas genéricas que o BTS lançaria se não tivessem no lado colorido do Kpop. Gosto é gosto e as titles são um banho nas b-sides, as quais pouquíssimas me chamaram atenção.

2 respostas em “Retrospectiva 2019: Os melhores álbuns do ano”

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