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Retrospectiva 2019: As maiores controvérsias de 2019

Isso aqui vai basicamente para eu falar de todo comeback que foi aquilo: Ou eu amei e todo mundo odiou, ou eu detestei e todo mundo amou. Claro, todo mundo amar ou odiar alguma música é difícil, mas farei o meu melhor para apontar porque eu gostei ou não de tal single.

Vamos começar com o mais polêmico de todos, que são os atuais reis do Kpop trazendo um single fresco, mais colorido, mais delicado, mas tão delicado que a voz dos três rappers não combinam com nada. Assim, eu me pego cantando o refrão, gosto da voz do Jin ou do Jimin nesse meio, até a parte da Halsey que tem, mas não tem é de boa, mas o vocal mais rouco, grave e anasalado dos RM, do Suga e do J.Hope destoa muito. Já tenho minhas aversãos ao grupo por causa do fandom, ainda mais que muitos já causaram comigo, aí me fazem algo desse nível? Really, boys?

Rookies do ano! E os irmãozinhos mais novos do BTS que me perdoem, mas nada chega aos pés do que o JYP pensou para as meninas do ITZY, todo o conceito mais teen crush, com alto-estima lá em cima, com letra empoderadora, clipe extremamente produzido e editado. Simplesmente perfeito! Claro, meio mundo desceu a lenha para a essa cria de I Got A Boy do SNSD, e as filhas do Miss A fizeram bonito em tudo, desde o talento até a beleza das meninas, então não tem porque reclamar desse single tão perfeito.

Falando no novo ganha pão da BigHit, a qual vem comendo parte das empresas comprando ações ou fazendo uniões entre elas, esse seria o segundo single de trabalho do TXT, mas aquilo, pegaram todo o conceito mais clean que veio em Crown e jogaram no lixo quando mandaram os meninos cantarem que querem ser pets para viver ao lado da amada. Duas palavras: não colou! O MV tem uma estética bonita, bem produzido, a carinha teen inocente que cativa apenas na Coreia e tals, mas não me venha dizer que é uma música ótima, porque não é; passa longe, por sinal.

Sem dúvidas que a maior filha de I Got A Boy (Essa música seria realmente do Girls’ Generation) estaria aqui, principalmente porque abriu o The ReVe Festival, entregou um MV extremamente perfeito, um dance break de rave para fritar o cérebro, deixando até o Dougie bem “WTF eu acabei de ouvir?” e chamando essa perfeição de música pau mole, mas é aquilo, somos todos kpopeiros e nosso gosto já é duvidoso começando por aí.

Não sou muito fã da IU, ainda mais que eu não acho as músicas dela tão UAU assim, mas tem 23 e Zeze que eu amo de paixão e sempre marcam presença umas duas vezes por ano nas playlist do meu celular, mas esse último comeback dela foi tão… Tão ela. Claro que a Coreia do Sul deitou para a rostinho da nação que, se lançar cocô em lata, vai vender rios e lucrar horrores. Mas achei que ela poderia ter vindo com mais, sabe? (Bom, depois de Bbibbi do ano passado, qualquer coisa é lucro).

Vi muita gente lançando hate em cima delas? Não. Mas vi elogios? Também não. Mas o que dizer da terceira peça da trintade das músicas hibrida de 2019, junto de Dalla Dalla e Zinzalabim? Apenas amei que Nature saiu de I’m So Pretty bem teen crush básico para um teen crush Oopsie, foi mal, mas não me arrependo de lançar um single fritação de cérebro. É periférico e apenas os periféricos que entram até na deep web do kpop para achar sabem dela, mas vamos enaltecer essa pérola.

Sabia que ia gostar desse single do IZ*ONE desde o início, mas não achei que ele floparia tão rápido comigo, o que aconteceu diferente com quem não gostou no início, ou amou muito, ou esqueceu da existência disso aqui. Claro, a enorme falha da fotografia e na finalização da música entrega isso, parece que falta muito para acabar. Com Buenos Aires, também das ozônio, digo o mesmo.

Vamos encerrar com um dos realitys shows que mais teve polêmica antes da estreia, mas no final nada mudou porque o Produce roubou a cena com manipulações desde antes do início do Kpop: Queendom. Primeiro, todo mundo desceu a lenha nas apresentações do Lovelyz de Sixth Sense e do (G)I-dle, de Fire. Claro, a primeira pelo nada apelo vocal que o BEG tem e a segunda pelo caos de racismo da Soyeon (Já falei sobre o assunto bem aqui!). Não achei as duas apresentações ruins, eu gostei bastante, ainda mais que o Lovelyz apanhou dia sim, dia também para sair desse aegyo, que não mudou nada e elas voltaram ao aegyo quando viram que precisavam ganhar (Até escolheram donas de casa que gostam dessa palhaçada de fofura excessiva para serem as júris especiais na terceira fase). Também tivemos o (G)I-dle com a ditadura produtora da Soyeon que socou um estilo selvagem, mas falou umas merdas quando utilizou a África como exemplo (Amiga, ficou feio para teu lado, quase arrastou o resto do grupo aqui no Brasil: caso Yuqi). Claro, não foram as melhores delas, mas não foi o caos que o mundo inteiro revelou, sei e reconheço que dava para mudar bastante algumas partes, mas vamos enaltecer as crias (Aliás, todas do Queendom saíram ganhando, menos as coitadas do Lovelyz, que nem um single promocional ou um MV tiveram no final. Aí a Woolim que tá até a boca afundada nas polêmicas do Produce, fica difícil ajudar).

Bom, acho que a lavação de roupa foi boa, talvez uns reviews do álbum da Taeyeon venha por aí, talvez mais algumas listas de mais ouvidas e tals.

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